MATO GROSSO
Servidores participam de seminário sobre a prática socioeducativa
MATO GROSSO
Com foco nas responsabilidades coletivas e atribuições profissionais no atendimento socioeducativo de Mato Grosso, a Escola Estadual de Socioeducação realizará o seminário “a prática socioeducativa”. A programação inicia nesta terça-feira (05.04) e vai até quinta-feira (07.04).
A estimativa é que 150 pessoas, entre gestores, analistas e o administrativo do Sistema Socioeducativo, participem do evento. Durante os três dias serão abordados temas como a política de socioeducação na atualidade: desafios, impasses e perspectiva para o seu fortalecimento; a importância da família e da articulação da rede de proteção no atendimento socioeducativo, e outros.
A gerente da Escola de Núcleo Estadual de Socioeducação, Mila Barros, destacou a importância da realização do seminário para os agentes socioeducativos. “O objetivo é oferecer a oportunidade e possibilitar uma dinâmica institucional e um atendimento com boas práticas”, pontuou.
O encontro será realizado no Fórum de Cuiabá e contará com a presença da secretária-adjunta de Justiça, Lenice Silva, a coordenadora-geral de Assuntos Socioeducativos (Sinase) do Distrito Federal, Giselle Silva Cyrillo, o superintendente de Administração Socioeducativa, Iberê Junior, além de outros convidados.
Atividade Cultural
Durante os três dias de realização do seminário, acontecerá apresentação cultural dos adolescentes do Centro de Atendimento Socioeducativo Masculino de Cuiabá, com performance artística “Caminhos (Ex)postos”, e apresentação de dança urbana.
MATO GROSSO
TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.
A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.
Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.
Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.
O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
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