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Polícia Civil fecha fábrica de panelas em Várzea Grande suspeita de poluição ambiental

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Uma fábrica de panelas que utilizava óleo queimado para fundição de alumínio foi fechada pela Polícia Civil em uma ação conjunta, realizada no início da semana, pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), Secretaria de Municipal de Meio Ambiente de Várzea Grande (SEMMA-VG) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

A ação resultou na apreensão de um tambor com mais de 10 litros de óleo queimado. Um homem responsável pelo local responderá pelo crime de funcionar estabelecimento potencialmente poluidor sem autorização.

As diligências iniciaram após a equipe da Dema receber denúncia de uso de óleo queimado em uma fábrica de panelas, no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande.

Os policiais foram até o local, onde foram informados que parte da fábrica estava fechada, mas após algum tempo chegou uma pessoa responsável que abriu o estabelecimento, onde funcionava um ferro-velho e uma loja de panelas.

No local, os policiais encontraram dois tambores plásticos vazios, porém, sujos de líquido aparentando ser óleo queimado. No tambor da forja que faz a queima do alumínio também havia liquido com características do produto.

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Questionado, o responsável pela fundição do alumínio revelou aos policiais que estava usando uma mistura de óleo vegetal e óleo queimado para realizar o trabalho. Apesar de ter mostrado aos policiais a nota fiscal recente de compra de óleo vegetal, o suspeito não tinha a quantidade do produto mencionada armazenado no estabelecimento.

Diante dos fatos, foi acionada a Secretaria de Municipal de Meio Ambiente de Várzea Grande (Semma-VG) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) sendo realizado o embargo a fábrica de panelas.

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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