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Autor de homicídio ocorrido em 2004 em Cuiabá tem prisão cumprida em ação conjunta das Polícias Civis de MT e SP

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Um homem foragido por homicídio ocorrido em 2004 em Cuiabá teve o mandado de prisão cumprido pela Polícias Civis de Mato Grosso e São Paulo, nesta quinta-feira (24.03), em uma ação conjunta da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá e Delegacia de Cordeiropólis (SP).

O suspeito estava com mandado de prisão decretado pela Justiça apontado como autor do homicídio que vitimou Ronaldo Pereira de Amorim, ocorrido 21 de março de 2004, no bairro São Matheus em Cuiabá.

Durante levantamento de foragidos, a equipe da DHPP conseguiu informações de que o foragido estava no município de Cordeirópolis (SP). Com base no apurado, os policiais da Delegacia de Homicídios de Cuiabá entraram em contato com a equipe Delegacia de Corderópolis, que realizou diligências e conseguiu efetuar a prisão do foragido.

Após ter o mandado de prisão cumprido, o suspeito foi encaminhado para a cidade de Limeira, onde ficará detido na Delegacia local, sendo posteriormente submetido a audiência de custódia. 

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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