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Hotsite da Central de Processamento Eletrônico será fonte de pesquisa e esclarecimentos

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A Central de Processamento Eletrônico (CPE) tem desempenhado inúmeras funções nas demandas das unidades judiciárias do Primeiro Grau do Poder Judiciário de Mato Grosso. As ações vão desde digitalizações e inserções dos processos no PJE, até os trabalhos desenvolvidos no Núcleo da Justiça 4.0, essenciais para a transformação do Judiciário brasileiro que colocam Mato Grosso na vanguarda da digitalização e facilidade de acesso dos usuários. O hotsite promete ser fonte de consulta, pesquisa e armazenamento de informações dos serviços realizados. Acesse aqui e conheça mais
 
O lançamento do hotsite que está vinculado ao site da Corregedoria-Geral da Justiça foi realizado de maneira virtual. A equipe apresentou áreas que abrigam o histórico; a estrutura; a gestão; sua missão, visão e valores; atuações, dentre elas, o apoio às digitalizações e inserções dos processos no PJE das unidades judiciárias e os trabalhos desenvolvidos no Núcleo da Justiça 4.0. “O hotsite oferece aos magistrados, servidores, jurisdicionados e público externo mais transparência e acessibilidade aos trabalhos desenvolvidos. Todas as informações estão reunidas, facilitando assim a consulta do nosso público”, ponderou o juiz auxiliar da CGJ, Emerson Luis Pereira Cajango, coordenador da CPE. “Agora temos ainda mais transparência dos dados e informações em um único local. O dinamismo nas buscas acarreta na celeridade das consultas, as quais podem ser realizadas por qualquer interessado nos trabalhos da CPE”, disse o coordenador da CGJ, Flávio de Paiva Pinto. 
 
Servidores que receberam apoio da CPE ressaltaram a importância do reforço e de se ter um ambiente virtual que registre o que já foi feito, bem como o que está em andamento. Célia Amorim da Vara de Fazenda Pública de Sinop salientou o auxílio. “Na secretaria da sexta vara cível foi feito o auxilio presencial e remoto para maior capacitação, otimização e celeridade no processo de virtualização e inserção de processos nos meios eletrônicos. Os dados inseridos no site ajudam na compreensão, uma vez que são dispostos com lucidez e de forma sucinta e assertiva”, disse Célia. O gestor da Vara de Execuções Fiscais de Cuiabá, Mairlon de Queiroz Rosa, também enalteceu o auxílio. “O trabalho realizado pela CPE em várias frentes tem revolucionado e trazido resultados expressivos para as unidades. Devemos destacar o empenho de juízes, assessores e servidores que atuaram incansavelmente na migração, o que representa economia de recursos, celeridade e sustentabilidade. Somente na Vara Especializada de Executivos Fiscais foram mais de 50 mil processos digitalizados e migrados. O resultado prático disso é a ausência de extravios de processos, a possibilidade de magistrados, servidores e advogados trabalharem em home office, e assim poderem despachar, movimentar e peticionar de qualquer lugar que tenha acesso a internet. Mesmo com as portas fechadas tivemos recorde no quantitativo de sentenças, movimentação e baixa processual. Inclusive fomos premiados com o Selo Ouro. A outra frente de trabalho da CPE que merece louvor é a atuação com foco na redução da taxa de congestionamento das unidades jurisdicionais. Os objetivos alcançados foram impressionantes, a exemplo do que ocorreu em 2021 no Regime de Exceção realizado aqui em nossa vara, na qual a equipe da Corregedoria coordenada por juízes auxiliares conseguiu atingir índices históricos, como o cumprimento de 100% dos processos de Meta 1 e Meta 2. Por fim, dizer que a Justiça 4.0 tem sido divisor de águas, como justiça unificada e 100% digital, pois tem havido um avanço sem precedente na diminuição de processos, reduzindo estoque processual e fomentando a segurança jurídica. As decisões da CGJ têm nos ajudado muito”, destacou Mairlon. 
 
Durante a apresentação do site a gestora da CPE, Cátia Valéria Maciel de Arruda, destacou o ambiente comprometido dos servidores e agradeceu a entrega de mais um trabalho. “Agradeço a todos os servidores da equipe da CPE que diretamente ou indiretamente participaram desde o início do projeto até a conclusão com o lançamento do hotsite. Estamos satisfeitos com a entrega oficial desse canal, a fim de atender com mais celeridade, eficiência e presteza os interesses do público interno e externo”, considerou. 
 
 
O corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, enalteceu a iniciativa e o trabalho em equipe, que também mobilizou a TI do TJ com a entrega do site. “É mais um serviço que demonstra todo o comprometimento de nossa equipe pela transparência. O trabalho da CPE é marcante e decisivo nessa transformação do Judiciário brasileiro e deixar isso claro para todos os públicos é essencial, assim como fizemos nas estatísticas processuais, agenda do magistrado e ordem cronológica dos processos. Tudo isto pode ser consultado por qualquer pessoa a qualquer momento no site da Corregedoria”, concluiu. 
 
Assessoria de imprensa CGJ-TJMT  
(65) 3617-3069
 

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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