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Polícia Militar amplia atendimento da escola de futebol do Batalhão Rotam

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O projeto social do Batalhão Rotam da Polícia Militar “Escola de Futebol – Grêmio Rotam” ampliará o número de vagas de atendimento para crianças e adolescentes da região metropolitana. O aumento de 150 para 210 novas vagas é resultado da parceria entre a PM com o Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde de Mato Grosso (Sisma).

O convênio firmado entre a Polícia Militar e o Sisma foi assinado durante solenidade, na tarde de quinta-feira (17.03), no clube do sindicato, em Cuiabá. O ato que selou a parceria  contou com a presença do comandante-geral da PM, coronel Jonildo José de Assis, do comandante do Batalhão Rotam, tenente-coronel André Dorileo, e da presidente do Sisma, Carmem Machado.  

O comandante-geral da PM, coronel Assis destacou a importância do projeto social de prevenção primária “Escola de Futebol – Grêmio Rotam” e do aumento da capacidade de atendimento. “Agora com essa importante parceria com o Sisma, saltamos de 150 para 210 alunos matriculados, divididos em sete categorias. Isso é um grande trabalho da segurança pública oferecer educação, esporte e oportunidades de um futuro melhor para essas crianças e jovens mato-grossenses”, afirmou o comandante. 

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A escola de futebol Grêmio Rotam – Formando cidadãos é um projeto que existe desde 2018, realizado na região sul da Capital, e que tem proporcionado um trabalho esportivo gratuito a crianças e adolescentes do sexo masculino, da faixa etária de 06 a 16 anos de idade, instruindo-os e oferecendo aulas teóricas e práticas de fundamentos referentes a modalidade de futebol, com treinos semanais, físico, técnico e tático duas vezes na semana. O comandante da Rotam explica que a escola de futebol atende crianças e adolescentes de 06 a 16 anos de idade, e com a parceria com o sindicato, os alunos atendidos do projeto terão atendimento de profissionais da área da saúde, como psicologo, nutricionista e médico.

O projeto social atende famílias em situação de vulnerabilidade social. A aluna da escola de futebol da Rotam, Sara Coelho Evangelista, de 11 anos de idade, é moradora do bairro João Bosco Ribeiro, na Capital, e conta que já atua como meia atacante nas partidas e sonha em ser jogadora profissional.

A presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde de Mato Grosso (Sisma), Carmem Machado, ressaltou a importância dos projetos sociais da PM e de como é essencial a participação de toda a sociedade em prol das ações preventivas de segurança pública. “Nós precisamos ampliar o nosso diálogo com a gestão pública para promovermos o bem estar de todos. Ressignificar o papel social para colaborarmos com políticas públicas para a sociedade. E esse projeto da PM representa tudo isso como saúde, educação, segurança; estamos contribuindo de forma efetiva com uma sociedade justa”, disse Carmem. 

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Participaram da solenidade de assinatura do convênio o comandante das unidades especializadas da PM, coronel Edvan Manoel de Azevedo, o comandante da Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa, coronel Paulo Cesar, o deputado estadual Elizeu Nascimento, a vereadora Michelle Alencar e familiares dos alunos atendidos pelo projeto social da PMMT. 

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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