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Três são presos por tráfico de drogas durante investigação para apurar um estelionato em Nova Xavantina

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Três jovens envolvidos em ações criminosas cometidas no município de Nova Xavantina (645 km a leste de Cuiabá), foram presos pela Polícia Civil, na tarde de quarta-feira (16.03), durante investigação para esclarecer um estelionato.

Um suspeito de 22 e dois de 19 anos foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e receptação.

As diligências iniciaram logo após a Delegacia de Polícia de Nova Xavantina ser comunicada sobre uma ocorrência de estelionato, aplicada na modalidade conhecida como “PIX Falso”.

Conforme relato da vítima, o golpista fez compras em um supermercado da cidade no valor de pouco mais de R$ 1,1 mil, e como pagamento apresentou um comprovante de transferência bancária falso.

Os policiais civis passaram a apurar os fatos e com a informação do endereço de entrega da compra, constatou-se que o local situado no bairro Verdes Campos, era ponto suspeito de venda de drogas.

Ato contínuo a equipe foi até a casa onde os produtos haviam sido entregues, e abordaram os três jovens. No interior da casa foram localizadas várias porções de pasta base de cocaína, balança de precisão, além da quantia de R$ 1,6 mil em dinheiro.

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O trio foi encaminhado junto com todo material apreendido para a Delegacia de Polícia. Os conduzidos foram interrogados e atuados pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e receptação. Após a confecção dos autos, os presos ficaram à disposição da Justiça.

De acordo com o delegado Raphael Diniz Garcia, há indícios de que um dos envolvidos teria aplicado outro golpe semelhante a uma loja em Nova Xavantina, comprando várias roupas com um PIX falso.

“A Polícia Civil orienta o vendedor que for receber o pagamento via PIX, confirme a entrada do dinheiro na conta, pois indivíduos mal intencionados fazem a tal transferência por meio de agendamento e depois cancelam, causando prejuízo aos comerciantes e pessoas físicas”, destacou Raphael Diniz Garcia.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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