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PM lamenta o falecimento do cabo José Carlos Gonzaga na Capital

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É com pesar, que a Polícia Militar de Mato Grosso comunica o falecimento do cabo José Carlos Gonzaga, de 37 anos, ocorrido nesta quinta-feira (17.03), na Capital. O militar estava internado em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), após sofrer um acidente enquanto estava a caminho do serviço, em fevereiro deste ano.

O policial deu entrada na unidade hospitalar da Capital, no dia 18 de fevereiro, um dia após sofrer um acidente, na rodovia MT-240. O militar estava em uma motocicleta a caminho do trabalho, na cidade de Nova Marilândia, e colidiu o veículo na traseira de uma carreta, sofrendo graves ferimentos.

Gonzaga foi primeiramente levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Tangará da Serra e posteriormente transferido para o HMC, em Cuiabá, onde não resistiu às complicações do traumatismo craniano sofrido, vindo a falecer nesta  madrugada de quinta-feira (17).

Cabo Gonzaga estava há 11 anos na corporação, sendo que por mais 10 anos prestando serviços no NPM, em Nova Marilândia. O policial, que era natural e residia em Tangará da Serra, deixa esposa e três filhos.

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O comandante-geral da PM, coronel Jonildo José de Assis, lamenta a irreparável e dolorosa  perda e transmite as mais sinceras condolências à esposa e aos três filhos do policial militar, que enfrentam esse momento difícil. 

O corpo do militar está sendo levado para a sua cidade natal e será velado a partir das 19h, na sede da Associação dos praças da Polícia Militar de Tangará da Serra.

 
Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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