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Forças de Segurança de MT e GO deflagram operação de combate a criminalidade na fronteira dos dois estados

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Assessoria/Polícia Civil-MT

 

Intensificando as ações de combate a criminalidade na região de fronteira de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), as forças de segurança pública dos estados de Mato Grosso e Goiás, lançaram na manhã desta segunda-feira (14.03) a Operação Fronteira Integrada.

A operação conjunta reúne as Polícias Civil e Militar e o Corpo de Bombeiros dos estados de Mato Grosso e Goiás, com o objetivo de coibir ainda mais os crimes cometidos na região de divisa entre os dois estados.

 

Os trabalhos buscam intensificar as abordagens e as ações de patrulhamento ostensivo, visando aumentar as apreensões de material ilícito que passa pela na região, além de ampliar a quantidade de cumprimento de mandados de prisão de foragidos da Justiça.

 

A operação “Fronteira Integrada”, coordenada pela pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), tem como principal objetivo combater a criminalidade, por meio de fiscalizações que serão intensificadas nos próximos dias na fronteira entre os dois estados.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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