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Carga de defensivos agrícolas falsificados é apreeendida pela Polícia Civil em Rondonópolis

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

A Polícia Civil apreendeu na semana passada, em Rondonópolis, uma carga de 4,8 mil litros de defensivos falsificados. O material estava armazenado em uma transportadora no Distrito Industrial do município, onde a equipe da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) averiguou a carga e após análise do fabricante, cujo rótulo estava nas embalagens, foi atestado que o produto, comprado por uma empresa agropecuária, é uma falsificação.

A agropecuária registrou um boletim de ocorrência no mês de fevereiro informando que havia adquirido de uma empresa revendedora um lote de 300 galões de 20 litros de uma marca de defensivos de um fabricante multinacional. O lote do produto foi entregue à agropecuária e apresentou vazamentos nas tampas dos galões e na aplicação, o produtor verificou que o defensivo não teve eficácia.

Ao checar os produtos que estavam armazenados em uma transportadora, a equipe da GCCO constatou que as embalagens apresentavam várias diferenças na comparação com o mesmo produto original.

Imagens dos produtos apreendidos foram enviadas ao representante da marca Syngenta, que emitiu um parecer afirmando que o produto não era original da fabricante e sim, uma falsificação.

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O delegado Gustavo Godoy determinou a apreensão dos defensivos falsificados, que foram encaminhados à superintendência do Ministério da Agricultura, em Cuiabá, que dará a destinação final.

A investigação da GCCO prossegue para identificar os responsáveis pela venda e falsificação dos defensivos.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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