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Centro Judiciário de Solução de Conflitos de Sapezal realiza divórcio em menos de uma semana

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O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Comarca de Sapezal promoveu um divórcio em menos de uma semana de um casal que se relacionou por oito anos e há quase dois anos estavam separados. Ele, caminhoneiro e ela gestora de negócios, têm suas vidas atribuladas e adiavam o divórcio até procurarem o Fórum. A agilidade na realização do trâmite e audiência virtual fizeram a diferença para resolverem a questão de forma simples, prática e sem burocracia.
 
No mesmo dia em que eles procuraram o Cejusc de Sapezal a audiência foi realizada e algumas horas depois o termo da sessão foi lavrado, protocolado e encaminhado ao magistrado responsável. Em menos de uma semana Wanderson Vieira da Costa e Raquel Marli da Silva já estavam com o documento do divórcio em mãos.
 
O gestor judiciário da Comarca de Sapezal, Marcos Elly explica que casos como este são fáceis de resolver. “Eu percebi que era algo simples porque o casal já estava de fato separado e os dois estavam juntos para ver como fazia o divórcio. Falei que a gente resolvia naquele dia. Só pedi pra eles os documentos, eles voltaram para casa e trouxeram todos os documentos que precisavam e já inseri no Processo Judicial Eletrônico e mandei para o magistrado homologar o acordo.”
Wanderson, que fica muitos dias na estrada por conta de sua profissão, conta o que achou da experiência. “Não gastei um centavo, foi tudo de graça. O pessoal do Fórum de Sapezal foi muito ágil.”
 
Já Raquel destaca a celeridade de todo o trâmite da conciliação. “Foi um processo muito rápido, durou menos de uma semana, sem burocracia nenhuma. Nós sentamos, conversamos e já saímos dali resolvidos”, diz.
 
Com a Campanha Estadual de Conciliação o Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos e Cidadania (Nupemec), tem disseminado a cultura da paz e do diálogo e agilidade e facilidade que as pessoas têm em resolver seus conflitos de forma prática, de graça e online, de qualquer lugar do mundo.
 
Todas as comarcas do Estado oferecem o serviço. Basta acessar o portal do Nupemec https://portalnupemec.tjmt.jus.br/ e manifestar o interesse em fazer um acordo.
 
Qualquer pessoa pode ter acesso à conciliação/mediação e resolver questões relacionadas a partilha de bens, acidente de trânsito, direito do consumidor, divórcio, guarda dos filhos, pensão alimentícia, entre outros.
 
Descrição das imagens:
Imagem 1 – Imagem da Campanha Estadual de Conciliação que mostra um senhor, com camisa polo verde ao lado de uma criança com camiseta amarela. Ele olha para o menino com carinho e a criança com sorriso no rosto. Eles estão em local aberto, com árvores ao fundo. Na arte, acima dos dois, está escrito: Campanha Estadual de Conciliação. Abaixo deles, em forma de arte, estão as frases da campanha. Do lado esquerdo: “É fácil, é rápido, é online. Do lado direito: “Resolva seus conflitos de forma segura, venha conciliar”. E abaixo das frases, as logomarcas do Nupemec e do Poder Judiciário de Mato Grosso.
#ParaTodosVerem #PraCegoVer.
 
Leia abaixo outros casos resolvidos por meio da conciliação:
 
 
 
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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