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Polícia Civil e concessionária Rota do Oeste definem procedimentos para melhorar trânsito de viaturas em pedágios

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Assessoria/Polícia Civil-MT

 

A Corregedoria-Geral da Polícia Civil se reuniu nesta quarta-feira (09.03) com representantes da concessionária Rota do Oeste para tratar de melhorias nos procedimentos a serem adotados no trânsito de viaturas policiais nas praças de pedágios operadas pela empresa em rodovias federais no estado.  

A reunião foi realizada na sede da Corregedoria-Geral e contou com a participação da Gerência de Logística e Manutenção da Diretoria de Execução Estratégica da Polícia Civil.

Entre os assuntos discutidos estão a celeridade nos procedimentos para liberação nas praças de pedágio e medidas para facilitar a isenção e passagem das viaturas caracterizadas e descaracterizadas, de veículos cautelados com autorização judicial e viaturas com placas reservadas. A Gerência de Logística e Manutenção da Polícia Civil fará uma orientação a todos os policiais civis sobre os procedimentos nas praças de pedágio.

Os representantes da concessionária Rota do Oeste assumiram o compromisso para verificar a possibilidade de extensão do prazo de isenção para o período de dois anos e a orientação aos operadores das praças de pedágios sobre os procedimentos adotados.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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