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Em menos de 24 horas PRF realizou três apreensões de droga em Rondonópolis

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As ocorrências aconteceram na Unidade Operacional da Polícia Rodoviária Federal em Rondonópolis entre terça e quarta-feira.

Na primeira situação, a equipe da PRF notou contradições nas respostas apresentadas por uma das passageiras fiscalizadas. Diante da suspeita, foi feita uma busca nos pertences dela, sendo encontrado dentro da forração da bolsa, uma embalagem de café, a qual apenas escondia a droga. Indagada sobre o ilícito, afirmou saber que era droga e que pegou em Cuiabá/MT e levaria até Ponta Porã.

Na segunda ocorrência, o ônibus o qual foi parado fazia o trajeto Aripuanã/MT – Brasília, uma passageira levantou suspeita da equipe da PRF que fazia a fiscalização. Ao ser perguntada sobre os motivos da viagem, ela afirmou que teria ido visitar a mãe a qual tinha se casado no Acre, porém não sabia indicar o local e também não tinha fotos do casamento. Diante disso, foi questionada a respeito das bagagens, afirmou que apenas trazia uma bolsa de mão e um travesseiro, ao solicitar que ela pegasse sua bolsa foi retirado o travesseiro de cima do banco para que coubesse a bolsa, para surpresa o travesseiro estava pesado e com um objeto dentro, um invólucro com droga que aparentava estar preparado para ser transportado junto ao corpo.

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Na última situação, o ônibus realizava o trajeto Cuiabá/MT – Rio de Janeiro e durante a fiscalização aos passageiros, uma mulher chamou a atenção devido ao volume sobressalente em seu abdômen, destacando-se mesmo com o casaco por cima. Ao abrir o zíper do casaco foi revelado um pacote retangular com droga. Indagada sobre o conteúdo, afirmou que pegou o entorpecente em Cuiabá e levaria até o Rio de Janeiro, e disse ainda que sabia ser droga, porém não sabia qual.

Ao total foram apreendidos cerca de 4 kg de cocaína. Todas as três mulheres foram detidas e encaminhadas à Polícia Civil de Rondonópolis para os procedimentos cabíveis.

Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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