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Carga de agrotóxicos falsificados é aprendida em Alto Garças/MT

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Na tarde de hoje, no município de Alto Garças/MT, a PRF abordou um veículo de carga repleto de agrotóxicos. Foi então que a equipe entrou em contato com a empresa fabricante, para que checasse a procedência dos produtos.

Após as consultas, a indústria constatou que os itens não foram produzidos por ela, assim como por nenhum de seus representantes.

Dessa forma, a PRF apreendeu 17 kg e meio de agrotóxicos, que estavam distribuídos em 750 galões de vinte litros, e juntos somavam o valor de um milhão e cem reais.

 Diante das informações obtidas foram constatados, a princípio, os delitos de produzir, comercializar, transportar, dar destinação a resíduos e embalagens vazias de agrotóxicos, seus componentes e afins, em desacordo com a legislação pertinente. Além do crime de produzir, comercializar, transportar, ter em depósito produto ou substância tóxica; e ainda delito contra as relações de consumo.

 Os produtos e o motorista foram encaminhados à Polícia Judiciária Civil de Alto Garças/MT.

Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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