POLÍCIA
PRF em Mato Grosso participa de Workshop sobre mercado de agrotóxicos ilegais
POLÍCIA
A atuação da Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso no combate ao roubo, furto e contrabando de defensivos agrícolas e roubos de cargas em geral foi apresentada aos participantes do Workshop sobre mercado de agrotóxicos ilegais, promovido pela Federação Mato-grossense de Agricultura (FAMATO), na última quarta-feira (23.02), em Cuiabá/MT.
O evento contou a participação de todos os órgãos de segurança pública, além de representantes de empresas que atuam no mercado de defensivos agrícolas e de instituições da área de agricultura e fazendária.
A PRF participou falando sobre as ações no ano de 2021, os quais resultaram em mais de 237 mil kg de agrotóxicos apreendidos no Brasil, sendo que 90 mil kg foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal somente no estado de Mato Grosso
Além disso, foi discutido sobre a tecnologia e expertise da PRF na fiscalização desses tipos de produtos e sua capacidade de pronta resposta federal no combate à criminalidade.
Nesse sentido, a Polícia Rodoviária Federal realizou um seminário sobre enfrentamento ao transporte ilegal de agrotóxicos, foi na Sede da Superintendência da PRF em Mato Grosso, entre os dias 24 e 25 de fevereiro, o qual teve como palestrantes especialistas na temática de agrotóxicos servidores da própria PRF, do MAPA MT, IBAMA GO e também das empresas fabricantes Bayer, Syngenta e da Cooperativa Croplife. Participaram do seminário, policiais da PRF em MT, PRFs do MS, PRFs de RO e PRFs de GO, além de servidores da PM/MT e PJC/MT.
Dessa forma, a integração da PRF com outros órgãos visando combater o transporte e comércio ilegal de agrotóxicos no Brasil é de extrema importância não só para evitar a criminalidade como também para mitigar os danos causados a saúde das pessoas pelo uso dessas substâncias não autorizadas.
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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