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Lei Seca termina com 15 presos por embriaguez ao volante em Várzea Grande

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Quinze motoristas foram presos por embriaguez ao volante na 16ª edição da Operação Lei Seca, realizada no final da tarde deste domingo (27.02), no bairro Jardim Ouro Branco, em Várzea Grande. A ação também fiscalizou 91 veículos e aplicou 100 testes de alcoolemia.

Das 91 autuações lavradas, 24 foram por dirigir sob efeito de álcool, 21 por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, 17 por conduzir veículo sem possuir habilitação, duas por recusa a realização do teste de alcoolemia e 10 por motivos diversos.

A edição também lavrou 15 termos circunstanciados de ocorrência (TCO), para condutores que dirigiam sem possuir habilitação. Ao todo, 22 documentos foram recolhidos, sendo 16 CNHs e seis CRLVs. Dos 91 veículos fiscalizados, 42 foram removidos, sendo 27 carros e 15 motocicletas.

A operação integrada é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp) e nesta edição contou com as forças integradas da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Trânsito (BPMTran), da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), da Polícia Penal e da Guarda Municipal de Várzea Grande.

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Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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