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Cattani apresenta PLC para aumentar o teto de isenção de ICMS na compra de veículos para portadores de deficiência e motoristas de aplicativos

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PSL) apresentou em sessão da Assembleia Legislativa na última quarta-feira (23), um Projeto de Lei Complementar que prevê o aumento do teto da isenção de ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação), na compra de veículos para motoristas de aplicativos, de taxi e para pessoas com deficiência, em Mato Grosso.

Atualmente, motoristas portadores de deficiência e que compram veículos para prestarem serviços de transporte, tem o teto de isenção de ICMS no valor de até R$ 100 mil. Como os valores dos automóveis aumentaram bastante nos últimos anos, o deputado está propondo a atualização para o valor de R$ 200 mil.

A atualização já foi realizada pelo Governo Federal e a proposta de Cattani tornaria é que a medida seja aplicada em Mato Grosso, que atualmente segue decisão do CONFAZ, que aumentou no ano passado o teto de R$ 70 mil para R$ 100 mil.

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“O Governo Federal já passou de R$ 100 mil para R$ 200 mil o valor dos veículos com desconto para pessoas com deficiência e para motorista. O que eu estou dizendo é que nós precisamos equiparar também os impostos em Mato Grosso”, explicou o parlamentar.

Moções de repúdio – Na mesma sessão, Cattani protocolou duas moções de repúdio, uma contra o jornalista Ricardo Noblat, que no último publicou uma matéria com teor xenofóbico contra o ministro do Turismo Gilson Machado Neto e outra contra o Padre Nelson Koch, pároco da cidade de Sinop, que já foi candidato a prefeito pelo PT e que na semana passada, foi detido com a acusação de pedofilia.

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Podemos adia convenção e amplia prazo para definir alianças em Mato Grosso

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O Podemos adiou para 4 de agosto a realização de sua convenção estadual, ampliando o prazo para definir sua estratégia nas eleições de 2026 em Mato Grosso. Segundo o presidente estadual da sigla, deputado Max Russi, a mudança atendeu a um pedido do senador Jayme Campos (União Brasil), que busca concluir as articulações internas de seu partido antes de avançar nas negociações com aliados.

Com a decisão, o Podemos pretende acompanhar os desdobramentos políticos antes de definir qual grupo apoiará na disputa pelo Governo do Estado. A legenda mantém diálogo com lideranças como Jayme Campos, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador Wellington Fagundes (PL).

Além das alianças, o partido também discute a possibilidade de indicar um nome para a vaga de vice-governador na chapa majoritária. A convenção do União Brasil está marcada para 30 de julho, enquanto o encontro do Podemos ocorrerá nos últimos dias do prazo previsto pela legislação eleitoral.

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