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Elizeu volta a defender peixamento em Manso e ganha apoio da Sema e deputados

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O deputado estadual Elizeu Nascimento (PL) voltou a defender o peixamento no Lago de Manso, região de Chapada dos Guimarães, na manhã desta quinta-feira (24), na reunião extraordinária que aconteceu na Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Recursos Minerais da Assembleia Legislativa.

Após ter a segunda votação do Projeto de Lei 717/2021 adiada, o deputado se empenhou em ir procurar a Comissão de Meio Ambiente e demais órgãos para solucionar o problema e dar celeridade na votação de seu projeto.

O presidente da comissão, deputado Carlos Avallone (PSDB) convocou a reunião que aconteceu na sala de reunião Sarita Baracat. A secretária estadual de meio ambiente, Mauren Lazzaretti participou do encontro e ouviu do deputado Elizeu a necessidade da aprovação do projeto.

 O parlamentar explicou que atualmente já existem 11 espécies de piranhas no Lago de Manso, e um estudo feito em 2012 apontou o crescimento de piranhas no lago, porém, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e Furnas que tem a concessão para explorar a área, nada fizeram para conter a proliferação do peixe carnívoro.

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“Temos jovens, adultos e crianças tendo dedos arrancados por mordidas de piranhas. Em Minas Gerais já acontece o peixamento com espécies nativas. A Sema já deveria ter tomado uma providência em relação a Furnas, ou apresentado algo para a Justiça requerendo que o laboratório de peixamento fosse implantado em Manso, ou ao menos, sugerido a criação de um projeto de lei criando a obrigatoriedade de Furnas fazer o peixamento”, disse Elizeu.

Elizeu Nascimento explanou por mais de 10 minutos apresentando o seu projeto para conter o desequilíbrio que acontece nas águas de Manso. O deputado acrescentou que o projeto impacta diretamente na vida das pessoas, e chegou inclusive a citar a preocupação com pessoas diabéticas por exemplo, que há uma dificuldade na cicatrização e caso seja mordido por uma piranha, corre o risco até de amputar um membro do corpo devido ao problema de saúde.

A secretária após ouvir as explicações do deputado concordou com o peixamento e apontou duas mudanças necessárias para que o projeto não seja vetado pelo governo do estado e não apresente inconsistência jurídica.

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Os deputados Gilberto Cattani (PSL) e Allan Kardec (PDT) que também participaram da reunião, concordaram com o deputado Elizeu Nascimento e reforçaram a necessidade para que seja feito o equilíbrio de peixes na bacia de Manso.

Após mais de uma hora de reunião, a Sema disponibilizou um técnico para alinhar com a equipe jurídica do deputado Elizeu Nascimento as alterações necessárias no PL para que seja votado já na próxima sessão na Assembleia Legislativa e tenha a sua aprovação.

Ainda assina o projeto como coautora, a deputada estadual Janaina Riva (MDB).

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Max critica previsão de pedágio entre os municípios de Poconé e Nossa Senhora do Livramento

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Foto Rodrigo Prates

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Pode), criticou a possibilidade de o governo do Estado implantar a cobrança de pedágio entre os municípios de Nossa Senhora do Livramento (40 km de Cuiabá) e Poconé (104 km de Cuiabá). Após manifestações de deputados contrários à medida durante a sessão plenária desta quarta-feira (15), Max afirmou que a proposta “não tem lógica” e que a cobrança prejudicaria os agricultores familiares e o turismo na região.

“De Livramento a Poconé é uma região de pequenos agricultores, região de Pantanal, do turismo. Não tem lógica esse pedágio, não irá agregar para o Estado, só irá prejudicar a população e criar um transtorno muito grande.  O prefeito de Livramento me ligou preocupado com isso”, declarou, ao citar conversa com o chefe do Executivo municipal, Dr. Thiago (União).

O governo havia anunciado a inclusão de 124,83 quilômetros das rodovias MT-060 e MT-451 no Lote F da segunda etapa do Programa de Concessões Rodoviárias 2023-2026. A proposta previa a transferência da administração dos trechos à iniciativa privada, abrindo caminho para uma futura cobrança de pedágio.

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“Nós temos que nos posicionar enquanto Assembleia Legislativa porque realmente não podemos aceitar. Nós precisamos fazer asfalto para atender uma região que precisa ser desenvolvida. Região de pequenos produtores que não têm condições de arcar com o custo de pedágio. Então vamos, o Fábio, o Júlio, outros deputados que estão se manifestando, vamos enquanto Assembleia Legislativa estar ao lado da população para não aceitar que esse pedágio se instale naquela rodovia”, finalizou Max.

Após as manifestações contrárias dos parlamentares e a pressão da população, o deputado da base governista Diego Guimarães (Republicanos) afirmou que o governo deve suspender, ao menos por enquanto, o andamento da proposta. A gestão estadual também cancelou a audiência pública virtual prevista para o dia 21 de julho, que discutiria a concessão dos trechos e a possibilidade de implantação de pedágios.

Além de impactar diretamente Nossa Senhora do Livramento e Poconé, a medida também afetaria moradores e produtores das comunidades de Cangas, Chumbo, Campina de Pedra e Figueira.

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