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Polícia Civil lamenta morte da investigadora Ana Lúcia Barbosa, em Cuiabá

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Assessoria/Polícia Civil-MT

 

A Polícia Civil de Mato Grosso lamenta o falecimento da investigadora aposentada Ana Lúcia Barbosa, 54 anos, ocorrido neste sábado (19.02), em Cuiabá. A policial civil estava hospitalizada em uma unidade particular da Capital para tratamento de uma infecção urinária desde o fim de janeiro e teve agravamento do quadro de saúde.

Ana Lúcia aposentou-se em novembro do ano passado. Sua última lotação como investigadora foi no Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), da Secretaria de Estado de Segurança Pública, onde era bastante estimada pelos colegas de trabalho.

A investigadora deixa três filhos e dois netos.

O velório está previsto para início a partir das 13 horas, na Sala Lírios, da Capela Jardins, no bairro Bandeirantes, em Cuiabá. O cortejo sairá da capela às 16 horas para o cemitério Parque Bom Jesus de Cuiabá.

Aos familiares, amigos e colegas de trabalho, a Polícia Civil de Mato Grosso externa condolências pela morte de Ana Lúcia.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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