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Faissal aponta supostas irregularidades em concurso da Saúde
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Foto: ANGELO VARELA / ALMT
O deputado estadual Faissal Calil (PV) apresentou, na sessão desta quarta-feira (16), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o Requerimento n 83/2022 que solicita informações ao governo do estado sobre o processo seletivo da Secretaria Estadual de Saúde (SES), realizado no início do ano. O parlamentar apontou algumas irregularidades que teriam ocorrido no certame.
Faissal explica que desde a fase de inscrições, existiram problemas de instabilidade no sistema, principalmente no dia 31 de janeiro, prejudicando assim algumas pessoas que pretendiam fazer inscrição no certame. O deputado também descreveu o caso de uma candidata que teve a inscrição efetivada, mas não teve o nome incluído nem na lista de aprovados e nem na de eliminados, desaparecendo dos cadastros do processo seletivo.
Queremos chamar a atenção dos órgãos de controle para que seja feito um novo teste. Este processo seletivo vai mudar praticamente 80% das pessoas que atuam em nossos hospitais. Imagine os diretores de hospitais lidando com estas pessoas novas, além de vermos gente gabaritada que fez o teste e não foi classificada. A questão que fica é a de qual foi o critério utilizado, ainda mais agora, em ano eleitoral”, afirmou.
No Requerimento, Faissal aponta que notícias deste tipo maculam por completo o certame, o que faz com que haja necessidade de profunda investigação e até mesmo a anulação de todo processo seletivo.
No total, foram disponibilizadas 2.959 vagas para diversos perfis profissionais, com salários entre R$ 1,3 mil e R$ 7 mil, para 18 unidades geridas diretamente pelo Estado. Integraram o processo seletivo o Hospital Estadual Santa Casa, Hospital Metropolitano e os Hospitais Regionais de Alta Floresta, Colíder, Rondonópolis, Cáceres, Sinop e Sorriso.
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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes
O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.
O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.
Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.
No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.
O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.
“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.
A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.
Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.
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