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Condenado por estupro contra adolescente é preso em Sinop pela Polícia Civil

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

Um homem de 55 anos, condenado por estupro de vulnerável, foi preso nesta terça-feira (15.02) pela Polícia Civil.

O mandado de prisão foi cumprido no bairro Jardim Botânico, onde o criminoso foi localizado pela equipe da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Sinop. 

Ele foi condenado a 13 anos e três meses de reclusão pela 2a Vara Criminal da Comarca de Sinop pelo crime cometido há dez anos no município.

Conforme a investigação conduzida pela Polícia Civil, à época em que ocorreu o crime, a vítima tinha 14 anos. A adolescente foi abusada sexualmente pelo criminoso que, a pretexto de ajudá-la a conseguir um trabalho como babá, a levou a um local ermo e cometeu o crime. Depois, ainda ameaçou a adolescente caso ela contasse sobre a alguém.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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