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Polícia Civil, Detran e Politec fazem vistorias para combate de adulteração e fraudes de veículos

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Uma ação conjunta de vistoria desenvolvida há aproximadamente um mês pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERFVA), Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), resultou na identificação de 20 veículos suspeitos de sofrer algum tipo de adulteração.

A ação conjunta entre as três instituições têm o objetivo de auxiliar e garantir maior eficácia no combate a adulteração de veículos e fraudes de documentos.

Os trabalhos realizados pelas equipes de vistoria da DERFVA e do Detran há aproximadamente 30 dias, identificaram três veículos alterados, que após os procedimentos de praxe, foram restituídos aos verdadeiros donos.

A vistoria também identificou preliminarmente mais 17 veículos com possíveis fraudes ou alterações, que aguardam laudos da análise da Politec para verificação se tratam de veículos roubados ou furtados.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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