POLÍCIA
GCCO recebe equipamentos doados pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas no Estado de MT
POLÍCIA
Assessoria | Polícia Civil-MT
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O trabalho investigativo desenvolvido pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Civil, foi fortalecido com recebimento de seis equipamentos eletrônicos utilizados em diferentes áreas de investigações, doados pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas no Estado de Mato Grosso (Sindmat).
A GCCO foi contemplada com dois rádios comunicadores, dois rastreadores veiculares, um aparelho de notebook e um veículo aéreo não tripulado e controlado remotamente (Drone), totalizando quase R$ 13,5 mil de investimento tecnológico.
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O ato de entrega e sem encargos aconteceu na quinta-feira (03.02), em Cuiabá, ocasião em que os delegados da GCCO e equipes foram recepcionados pelo presidente da Sindmat, Eleus Vieira de Amorim, para assinatura do Termo de Recebimento de Doação.
O delegado de polícia, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, agradeceu ao Sindmat pelos produtos doados à GCCO, destacando que serão muito bem utilizados, fortalecendo as investigações. “São equipamentos que reforçam e facilitam as atividades investigativas, garantindo cada vez mais a desarticulação do crime organizado”, disse o delegado.
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POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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