POLÍCIA
Cabo da PM narra trajetória para conquistar medalha em competição mundial de Jiu-Jitsu
POLÍCIA
No 19 º episódio do PMCAST, o policial militar cabo Adeildon Antônio Arruda, de 38 anos, conta como foi a conquistar o 3º lugar no Mundial World Masters Jiu-Jitsu Championship, em Abu Dhabi. Ele se tornou o primeiro atleta da PMMT a vencer uma competição mundial, em novembro do ano passado.
Cabo Arruda é rotanzeiro e choqueano da Polícia Militar, está lotado na coordenadoria militar do Tribunal de Justiça e começou a praticar jiu- jitsu para aprender sobre defesa pessoal, no ano de 2012. Desde então, ele não parou mais. O esporte virou uma paixão.
No episódio desta semana, Arruda fala sobre as premiações locais e como foi a trejatória para conseguir chegar a Abu Dhabi. Narra a rotina de treinos e sobre o desafio de enfrentar competidores de outros países. No Mundial World Masters Jiu–Jitsu Championship, o PM conquistou a medalha de bronze, dividindo o pódio com um atleta inglês e outro alemão.
O policial diz como foi desafiador ir para o outro país, já que não fala inglês. Apesar da alta performance, a preparação nunca atrapalhou sua jornada de trabalho, já que se dedicava aos treinos apenas nos horários de folga.
Quer saber mais?
Acesse e confira o bate papo com o policial militar e atleta Cabo Arruda nas principais plataformas digitais:
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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