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Operações realizadas em janeiro intensificam o combate de roubos e furtos de veículos na região metropolitana

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Intensificando o combate aos crimes contra o patrimônio na região metropolitana de Cuiabá, a Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos Automotores (DERFVA) finalizou o mês de janeiro com duas operações policiais.

O primeiro trabalho de cunho preventivo e ostensivo, denominado “Compra Segura”, foi deflagrado com o objetivo de vistoriar oficinas e estabelecimentos de conserto de veículos e comércio de peças de automotivas.

A “Operação Cartorium” desencadeada regularmente pela DERFVA visa dar cumprimento nas ordens judiciais, tanto prisão como busca e apreensão, expedidas após as investigações referentes aos inquéritos instaurados para apurar as ocorrências.

Nas operações, três criminosos investigados pela unidade foram presos, sendo dois por mandado de prisão e um por prisão em flagrante. Nas ações também foi cumprido mandado de busca e apreensão domiciliar, e recuperado um veículo com registro de roubo/furto, o qual estava com os sinais identificados adulterados e vinha circulando pela Capital.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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