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Investigado por tráfico em redes sociais é preso preventivamente ao se apresentar em delegacia

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Um alvo de investigação da Polícia Civil em Lucas do Rio Verde (354 km ao norte de Cuiabá) por envolvimento com o comércio de entorpecentes no município foi preso na terça-feira (01.02). 

O suspeito de 26 anos estava com mandado de prisão decretado pelo juízo da Comarca de Lucas do Rio Verde e se apresentou na Delegacia de Polícia para ser ouvido.

A ordem judicial contra o investigado foi expedida após as investigações, quando sua companheira, de 22 anos, foi presa em flagrante, em 27 de novembro de 2021. Na ocasião, os policiais civis flagraram a jovem com uma variedade de drogas, como ecstasy, maconha e cogumelos alucinógenos.

Durante as diligências no decorrer do inquérito policial, foi constatado que o casal divulgava informações sobre o preparo e consumo de entorpecentes por meio de redes sociais, onde tinham milhares de seguidores.

Nas investigações, os policiais civis apuraram que ambos, conhecidos como “Casal Chapadeira”,  vendiam maconha por intermédio de pessoas próximas, além de possuírem um público de poder aquisitivo alto, como “clientes” usuários.

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O delegado Eugênio Rudy Junior explicou que a quantia de substâncias entorpecentes e dos bens apreendidos em poder da suspeita eram incompatíveis, em tese, com a condição de mera usuária de drogas. 

“Na residência deles foram localizadas balança de precisão e sacolinhas plásticas para embalo que são características usuais do tráfico de drogas. Os indícios apontam que os envolvidos mantinham a rede social destinada ao crime”, destacou o delegado. 

Com base nas provas, a Polícia Civil concluiu o inquérito e representou pelo pedido de prisão preventiva do suspeito, que estava em liberdade. Já a mulher presa em flagrante teve o flagrante convertido em prisão preventiva.

Após o cumprimento da ordem judicial, o suspeito foi interrogado e posteriormente colocado à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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