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PRF ministra curso sobre fraudes veiculares para delegados da Polícia Civil de Mato Grosso

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Na última terça-feira (01.02), a Polícia Rodoviária Federal participou de um curso para 40 novos delegados da Polícia Civil do estado de Mato Grosso. O curso aconteceu na Academia da Polícia Judiciária Civil em Cuiabá/MT.

Durante as instruções, foram repassadas técnicas utilizadas pela PRF sobre identificação a fraudes veiculares, documentais e nos sistemas RENACH e RENAVAM. Com esse conhecimento adquirido, os delegados poderão desempenhar ainda melhor seu trabalho na identificação a veículos que tenham sofrido algum tipo de adulteração em seus elementos identificadores.

Esse novo conhecimento permitirá às novas autoridades policiais um melhor entendimento sobre a atuação do crime organizado nessas áreas.

As aulas foram ministradas pelo Inspetor Leonardo Ramos, chefe da delegacia da PRF em Sorriso/MT.

Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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