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Parceria entre Governo e Fase vai gerar economia de R$ 100 mil ao ano para o Indea de Rondonópolis

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A presidente do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), Emanuele Almeida, e o diretor administrativo Luiz Gustavo Tarraf, vistoriaram a obra de reforma da Unidade Regional de Supervisão (URS) de Rondonópolis nesta quinta-feira (27). A atual unidade funciona em um prédio locado, mas passará a funcionar em espaço próprio para atender ao eixo Eficiência Pública, do Programa Mais MT, que visa reduzir os gastos com alugueis de prédios públicos.

O imóvel foi cedido ao Indea pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e a reforma é custeada com recursos do Fundo Mato-grossense de Apoio a Cultura da Semente (Fase), com valor estimado é de R$ 1,2 milhão. Após a conclusão da obra, prevista para ser entregue até maio, o Indea deve economizar cerca de R$ 8,5 mil mensais com aluguel.  

“Estamos otimizando os recursos conforme a meta Aluguel Zero do Programa Mais MT e, por meio de parcerias, até o fim do ano vamos sair do aluguel em cidades como Juína, Alto Araguaia, Colniza, Rondonópolis, Sinop, Matupá e Peixoto”, argumentou a presidente do Indea.

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Por meio da parceria pública privada, o Indea apresentou projetos e existem outras obras sendo tocadas a custo zero para o Estado com recursos de fundos. Em Sinop, a prefeitura doou o terreno e a construção do prédio será, também, com recursos do Fase. Já a obra de reforma da URS de Juína está sendo custeada pelo Fundo Emergencial de Saúde Animal (Fesa).

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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