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Deputado cobra transparência em processo seletivo da Seduc
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Foto: Ronaldo Mazza
No cumprimento da missão de fiscalizar os atos do Poder Executivo, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) protocolou ofício na Secretaria de Educação de Mato Grosso (Seduc), no dia 26 de janeiro, para que seja esclarecida a falta de transparência nos trâmites de chamamento dos aprovados no processo seletivo simplificado, conforme edital de n.° 08/2021, para contratações temporárias com diferentes cargos.
O parlamentar reivindica que a pasta divulgue a convocação dos classificados para as reuniões junto às Diretorias Regionais de Ensino (DRE), bem como os respectivos resultados nos sítios eletrônicos oficiais da gestão estadual, para que os interessados possam acompanhar a tramitação, com a devida publicidade e transparência que exigem todos os atos públicos.
“Esse nosso pedido deve-se ao comunicado no site da Seduc, em que os classificados são informados somente através dos e-mails cadastrados na inscrição do seletivo, com o envio dos links para as reuniões onde serão ofertadas as aulas e cargos disponíveis para a contratação temporária. Isso inviabiliza o acesso aos demais aprovados do processo seletivo. É preciso transparência total para todos os interessados”, afirma Claudinei.
Ele espera ter um posicionamento urgente por parte da Seduc, pois há muitos aprovados que estão preocupados com essa situação. “Esperamos que seja respeitada a ordem classificatória do processo seletivo da Seduc. Tem algumas informações desencontradas e está faltando transparência, por isso precisamos ter uma resposta rápida deste processo seletivo”, diz o deputado.
Processo – A Seduc promoveu o processo seletivo n° 08/2021, no período de 30 de outubro a 23 de novembro de 2021, para formar cadastro de reserva para vários cargos temporários – de níveis fundamental, médio e superior – a serem efetivados em 2022.
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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes
O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.
O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.
Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.
No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.
O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.
“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.
A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.
Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.
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