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Polícia Civil e Sema descobrem local utilizado para armazenar pescado ilegal na região de Porto Cercado

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Assessoria/Polícia Civil – MT

Aproximadamente 80 quilos de pescado irregular foram apreendidos em uma ação conjunta da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), e Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), realizada na quarta-feira (27.01), na região de Porco Cercado, em Barão de Melgaço (113 km ao sul de Cuiabá).

As diligências iniciaram após deúncia recebida via Ciosp, 197, referente a pesca e armazenamento de pescado irregular no período de defeso – Piracema, nas proximidades de uma pousada na região de Porto Cercado.

Com base nas informações passadas, as equipes foram até o local onde visualizaram uma casa de madeira abandonada, na margem do Rio Cuiabá, onde encontraram o pescado armazenado em um freezer, sendo apreendido aproximadamente 80 quilos de pescado, da espécie pintado.

No local, não havia sinal de moradia, sendo apenas utilizado como depósito de pescado irregular. A Piracema encerra no dia 31 de janeiro e a suspeita é que pessoas estavam pescando e mantendo os peixes armazenados para poder transportar após passado o período de defeso.

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As investigações seguem em andamento para identificar os envolvidos na pesca e no armazenamento ilegal.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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