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PM lamenta o falecimento de Douglas Campos, o “Pezão”, na Capital

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A Polícia Militar de Mato Grosso lamenta o falecimento do amigo, Douglas Campos Ribeiro, mais conhecido como “Pezão”, de 36 anos, na noite desta última sexta-feira (21.01), em Cuiabá.

Douglas estava internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), após ser atropelado no mês de  novembro do ano passado, ele sofreu traumatismo craniano e ficou internado por 70 dias no HMC. 

“Pezão” trabalhava como engraxate, e era diferenciado no serviço que prestava aos seus clientes. Caprichoso no que fazia, “Pezão” deixava os coturnos dos policiais militares em nossas unidades sempre impecáveis e brilhantes; algo que o tornava muito requisitado pela tropa.

Carismático e querido, “Pezão” era um grande amigo da PMMT. O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Jonildo José de Assis, transmite as mais sinceras condolências aos familiares e amigos de Douglas pela dolorosa perda.

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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