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PRF apreende cocaína e skunk em ônibus, no município de Rondonópolis/MT

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No dia 19 de janeiro, em Rondonópolis/MT, no km 211 da BR 364, a equipe da PRF realizava policiamento ostensivo em frente à Unidade Operacional da PRF, quando deu ordem de parada a um ônibus.

Durante fiscalização no interior do veículo, duas passageiras foram abordadas em suas poltronas, com os filhos em seus colos, ambos de dois anos de idade.

Ao fazer algumas perguntas para as duas ocupantes, elas disseram que estavam viajando juntas e posteriormente apresentaram respostas desconexas sobre o motivo da viagem e o local em que ficaram. Com isso, a equipe solicitou que ambas levantassem das poltronas em que estavam sentadas, momento em que foram localizados 3 tabletes de entorpecentes: dois de substância análoga à pasta base de cocaína e um de substância análoga a skunk, totalizando 2,5 kg.

 Ambas disseram que levariam a droga até Rio Verde/GO, onde receberiam o total de três mil reais.

No momento da prisão foi acionado o Conselho Tutelar de Rondonópolis. As mulheres foram encaminhadas à Polícia Civil e detidas, a princípio, pelo crime de tráfico de drogas, associação ao tráfico e corrupção de menores.

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Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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