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Equipes de fiscalização realizam 4ª edição da operação Sossego Público em Várzea Grande

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Atendendo as solicitações feitas por moradores de várias regiões de Várzea Grande, a equipe de fiscalização da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural e Sustentável, Guarda Municipal, Gestão Fazendária, Polícia Militar e Bombeiros Militar realizaram neste fim de semana, a 4ª edição da Operação Sossego Público. Dos 12 locais que foram alvos de denúncias, 9 foram fiscalizados,  8 notificados por estarem com níveis de sonoridade acima do que é permitido por lei, causando transtorno e irritabilidade aos moradores, e 1 empreendimento foi  fechado por não apresentar alvará de funcionamento.

“Focamos a nossa atuação, principalmente nos locais que são reincidentes e que já foram alvos de denúncias de perturbação à ordem pública, porém o nosso objetivo é intensificar ainda mais as ações dos órgãos envolvidos que compõem a operação Sossego Público, em várias regiões da cidade. O silêncio é um direito fundamental do cidadão é assegurado na Constituição Federal”, destacou o comandante da Guarda Municipal, Alison Baracat Salgado.

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O comandante assegura que a operação não tem intenção de privar com o lazer de ninguém, mas de assegurar tranquilidade daqueles que desejam descansar depois de uma semana pesada de trabalho.  “O nosso objetivo é combater o abuso de sons altos em veículos estacionados em frente a bares e restaurantes, bem como ambientes comerciais que utilizam caixas de som acima do permitido, além de atitudes suspeitas de algumas pessoas. A ação vai continuar sendo desencadeada no município sendo pontos alvos, os registrados por reclamações”.

Além de repressiva a operação Sossego Público tem também caráter de fiscalização uma vez que cada equipe realiza o trabalho desenvolvido por sua pasta de atuação.

A equipe da Secretaria de Gestão Fazendária observa se o empreendimento possui alvará de funcionamento, o Corpo de Bombeiros se possuem o plano de segurança contra incêndio, a Guarda Municipal e a Polícia Militar atuam na segurança e a equipe do Meio Ambiente na fiscalização e multa em função dos decibéis excedentes em cada local visitado.

O limite tolerável ao ouvido humano é de 65 dB (A), e acima disso, o organismo sofre estresse, o que aumenta o risco de doenças, além de comprometimento auditivo.  Dois fatores são determinantes para mensurar a amplitude da poluição sonora: o tempo de exposição e o nível do barulho em que a pessoa fica exposta.  

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O secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural e Sustentável, Célio Santos disse que essas operações são realizadas com frequência no município, por que além de uma questão de saúde é também considerado um crime ambiental podendo resultar em multa. Ele destacou ainda que os abusos são mais frequentes no período da noite e em áreas de comércio, porém há registros deste fato também em áreas residenciais.

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Campanha arrecada doações para velório de professor encontrado morto em Várzea Grande

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Familiares e amigos do professor Breno Antônio Humberto de Moraes, de 25 anos, iniciaram uma campanha solidária para custear as despesas com o velório e o sepultamento do jovem, encontrado morto na quinta-feira (8), em uma área de brejo no bairro 13 de Setembro, em Várzea Grande.

A mobilização é organizada pelo Centro Acadêmico de Pedagogia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), onde Breno concluiu sua formação no início deste ano.

As doações podem ser feitas por Pix, em qualquer valor, pela chave (65) 99350-2711, em nome de Rafaela Aparecida H. de Moraes, irmã do professor e de seu irmão gêmeo, Bruno.

Até a manhã desta sexta-feira (9), o horário e o local do velório e do sepultamento ainda não haviam sido divulgados pela família.

Breno estava desaparecido desde a noite de 26 de setembro, quando saiu de casa na região da Capela do Piçarrão, em Várzea Grande. Após 11 dias de buscas, o corpo foi localizado pela polícia em uma área de difícil acesso.

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Um homem de 26 anos, investigado por possível envolvimento no caso, foi preso temporariamente na região do Manso. A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), segue investigando as circunstâncias da morte. A possível motivação passional ainda depende de confirmação oficial.

Como ajudar: as contribuições podem ser enviadas via Pix para (65) 99350-2711, em nome de Rafaela Aparecida H. de Moraes.

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