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Instagram testa scanner de rosto para checar idade dos usuários

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Instagram testa nova forma de verificar idade dos usuários
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Instagram testa nova forma de verificar idade dos usuários

O Instagram está testando novos métodos para conferir a idade de seus usuários, incluindo um sistema de inteligência artificial que consegue ler o rosto da uma pessoa e definir sua idade.

Para ter uma conta no Instagram, é necessário ter ao menos 13 anos de idade mas, durante anos, a rede social não se esforçou para checar os dados fornecidos pelos usuários. Atualmente, já é possível que adolescentes confirmem sua idade ao enviar fotos de documentos, mas novas opções estão surgindo.

Em meio a polêmicas e acusações de que não faz o suficiente para proteger os mais jovens na rede social, o Instagram está testando duas novas formas de conferir a idade nos Estados Unidos. Uma delas é a verificação por terceiros: três seguidores mútuos adultos são convidados a checarem a idade de um adolescente. A outra forma é através de inteligência artificial.

Para isso, o Instagram está utilizando o sistema da empresa terceirizada Yoti, que consegue definir a idade de uma pessoa ao obter uma selfie em vídeo. “A estimativa de idade é baseada em uma técnica de computação conhecida como rede neural, que treinamos para poder estimar a idade humana usando um processo de aprendizagem de máquina”, afirma a empresa.

De acordo com uma tabela de taxa de erro da própria Yoti, a ferramenta falha mais em mulheres e em pessoas com tons de pele mais escuros. A margem de erro pode ser de 1,56 ano para pessoas entre 13 e 17 anos e 2,22 anos para usuários entre 18 e 24 anos.

Além disso, a ferramenta pode ser burlada. Testamos a tecnologia da Yoti, que está disponível  neste site , e foi possível enganar o sistema ao colocar a foto de uma pessoa mais velha em frente a câmera. Apesar disso, a inteligência artificial acertou as idades durante os testes, embora classifique as pessoas em um intervalo de quatro anos.

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WhatsApp será usado por Defesa Civil para enviar alertas de desastres

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WhatsApp receberá alertas de desastres
Unsplash/Mourizal Zativa

WhatsApp receberá alertas de desastres

O governo federal vai recorrer à tecnologia para tentar proteger vidas durante desastres. Em uma parceria anunciada nesta quarta-feira (29), o Ministério do Desenvolvimento Regional se juntou ao WhatsApp e à empresa de atendimento Robbu para criar um sistema de alertas de desastres por meio do mensageiro. A iniciativa estará disponível em todo o Brasil.

Daniel Ferreira, ministro do Desenvolvimento Regional, assinou o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para dar continuidade ao desenvolvimento do projeto. A ferramenta deve estar disponível em no máximo 60 dias.

O cidadão precisará se cadastrar usando um número, link ou código. As demais etapas serão guiadas por um chatbot. Depois, o usuário poderá compartilhar sua localização ou fornecer outra de seu interesse.

Assim, ele receberá alertas para aquela região, dicas para se proteger e como sair do local caso haja um desastre. Até mesmo avisos de outros estados poderão ser enviados.

As informações serão fornecidas por municípios e estados, que ficam responsáveis por avaliar e transmitir os alertas de risco. A ideia é que situações como deslizamentos de terra, alagamentos e chuvas de granizo sejam avisadas aos moradores.

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Defesa Civil usa SMS, Google e Telegram

O WhatsApp é um dos apps mais utilizados e presentes nos smartphones dos brasileiros. Faz todo o sentido recorrer a ele para alertas.

Atualmente, a Defesa Civil envia este tipo de mensagem por outros meios. O órgão conta com a Interface de Divulgação de Alertas Públicos (Idap), que se conecta a vários canais.

Um deles é o SMS, presente há décadas nos celulares. Para se cadastrar, é preciso enviar uma mensagem com o CEP da sua residência (ou do local de seu interesse) para o número 40199.

O governo também conta com um  bot no Telegram para enviar os alertas. Basta compartilhar a localização para receber a situação atual e se cadastrar para anúncios futuros.

A parceria mais recente foi firmada com o Google, no começo de junho de 2022. Com ela, buscas com palavras-chave relacionadas a desastres retornam alertas da Defesa Civil. O Google Maps também passou a apresentar essas informações ao navegar por uma região afetada.

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Até mesmo as TVs por assinatura estão ligadas ao Idap. Desde 2019, elas podem transmitir alertas através de uma mensagem pop-up na tela.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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