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Covid-19: 2 milhões de pessoas no Rio de Janeiro não se vacinaram

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No estado do Rio de Janeiro, cerca de 2 milhões de pessoas que fazem parte do público alvo da campanha de vacinação contra a covid-19, ou seja, a partir dos 5 anos de idade, não tomaram nenhuma dose do imunizante. Outras 1,5 milhão receberam a primeira dose e não retornaram aos postos para completar o esquema básico.

Quanto ao reforço, um total de 6 milhões de pessoas aptas não garantiram o prolongamento da imunização, ou seja, metade das 12 milhões com 18 anos ou mais que completaram o esquema básico de duas doses ou dose única.

Os dados foram divulgados hoje (23) pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES). O secretário, Alexandre Chieppe, lembra que apenas a imunização completa evita as formas graves da doença e os óbitos.

“A principal forma de evitarmos internações e óbitos pela covid-19 é a vacinação. Estudos mostram que, desde o início da campanha, houve uma redução significativa das formas graves da covid-19. Por isso, fazemos um apelo para que a população procure os postos de saúde para receber o imunizante o quanto antes”.

O levantamento reuniu dados lançados no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI) até esta terça-feira (21).

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Internações

A secretaria ressalta que 59% das internações por covid-19 são de pessoas que não completaram o esquema vacinal, segundo os dados do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs).

“O monitoramento mostrou que no período analisado 56 pessoas estavam hospitalizadas, sendo 36 em unidades de terapia intensiva (UTI) e 20 em enfermaria. Do total, apenas 41% estavam como o esquema vacinal completo e uma dose de reforço”, diz a nota da secretaria.

A análise do perfil dos internados com covid-19 nas unidades da rede estadual de saúde foi feita entre os dias 9 e 10 de junho. A SES destaca também que a idade e as comorbidades contribuem para a evolução da doença para as formas graves.

“Das pessoas entrevistadas pelo Cievs, a maior parte era de idosos, sendo a mediana de idade de 69 anos. Além disso, 16% dos internados apresentavam alguma comorbidade”, explica a secretaria.

O levantamento envolveu pacientes internados no Hospital Estadual Dr. Ricardo Cruz (HERCruz), Hospital Regional do Médio Paraíba Dra. Zilda Arns Neumann (HERZA) e no Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), unidades de referência no estado para o tratamento da doença.

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Reforço

A dose de reforço contra a covid-19 foi estendida aos adolescentes de 12 a 17 anos no dia 30 de maio e, nesta semana, começou a aplicação da segunda dose de reforço no público a partir dos 40 anos.

Os idosos começaram a receber o reforço extra no dia 24 de março, que teve início pela faixa acima de 80 anos e desceu gradativamente. Também devem receber a quarta dose os trabalhadores da saúde e imunossuprimidos. O intervalo mínimo entre um reforço e outro é de 4 meses.

No Rio de Janeiro, já foram aplicadas mais de 34 milhões de doses em todo o estado, sendo que 80% da população acima dos 5 anos completou o esquema básico.

A Secretaria de Saúde orienta as secretarias municipais a adotar medidas para ampliar a cobertura, como fazer busca ativa por pessoas não vacinadas e campanhas em locais de grande circulação, fora das unidades básicas de saúde.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Rio de Janeiro confirma quinto caso de varíola dos macacos

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A Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro confirmou hoje (29) o quinto caso de varíola dos macacos (monkeypox) no estado. Segundo nota divulgada pela secretaria, três pacientes residem na cidade do Rio e um em Maricá (no Grande Rio). O quinto caso é de um residente de Londres que estava em viagem ao Rio quando foi confirmada a doença.
 
Há ainda quatro casos suspeitos da doença em investigação no estado, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde.
 
Com o caso de hoje, já são 21 os pacientes confirmados com varíola dos macacos no Brasil, sendo 14 em São Paulo e dois no Rio Grande do Sul, além dos registrados no Rio.
 
De acordo com o Ministério da Saúde, outros 23 casos estão em investigação nos estados do Ceará, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo, Acre, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Rio, além do Distrito Federal.

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Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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