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Líder do Novo defende reforma administrativa para conter gastos públicos

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A líder do Novo, deputada Adriana Ventura (Novo-SP), reforçou a preocupação do partido com a sustentabilidade das despesas do poder público. Ela defendeu que o governo apresente uma proposta de reforma administrativa ao Congresso em 2025.

Na sua visão, é preciso cortar gastos e tornar mais eficiente a gestão de recursos humanos no setor público. “A questão dos super-salários é uma das prioridades, a gente está vendo escândalos de penduricalhos e muitos pagamentos milionários para pessoas que servem à população e que têm de receber o teto constitucional”, disse.

Geração de emprego
Adriana Ventura também destacou como prioridade do partido as medidas de controle da inflação e de geração de emprego. “Vamos pensar naquela pessoa que está ali na ponta e não tem acesso a alimentos para sustentar a família em razão da inflação na cesta alimentar”, disse.

A líder quer propor estratégias para gerar emprego para essas pessoas. “O brasileiro precisa de emprego para ter dignidade”, completou.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Geórgia Moraes

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Fonte: Câmara dos Deputados

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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