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Girão defende mais transparência para a execução orçamentária

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Em pronunciamento nesta terça-feira (26), o senador Eduardo Girão (Novo-CE) anunciou a apresentação de projeto para aumentar a transparência e o controle no Orçamento. Girão classificou o atual sistema de emendas parlamentares como um “exagero” e “balcão de negócios”, e enfatizou a necessidade de um Orçamento da União “amarrado”, para deixar “um legado responsável para as futuras gerações”.

O Projeto de Lei Complementar (PLP) 162/2024, de Girão, aguarda despacho da Mesa. O projeto estabelece parâmetros de impessoalidade e eficiência na execução orçamentária, bem como impedimentos de ordem técnica e os critérios para execução equitativa para execução de despesas públicas.

O senador criticou a crescente influência do Congresso sobre o Orçamento e mencionou suspeitas de irregularidades relacionadas ao uso de emendas. Ele citou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 175/2024, aprovado recentemente, como exemplo de uma votação que, em sua visão, favorece interesses individuais dos parlamentares.

— Uma das votações mais indecentes de todos os tempos aconteceu aqui, neste mesmo Plenário, com aprovação por apenas seis votos do PLP 175, de 2024, que pretendia regulamentar aquilo que é o maior desvio de função do Parlamento: a vergonhosa indústria das emendas. Essa é uma legítima votação por interesse próprio. Nenhum interesse coletivo — no meu modo de entender, respeito quem pensa diferente — na melhoria da qualidade da vida do povo — afirmou.

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Girão lembrou que, há 15 anos, as emendas individuais não ultrapassavam R$ 1 bilhão, enquanto, atualmente, a previsão é de que o valor alcance R$ 50 bilhões. Ele classificou essa escalada como uma “aberração” e disse que o governo tem uma postura “perdulária”, em meio a “uma das maiores cargas tributárias do mundo”.

— A inflação só não disparou por causa do controle forçado do Banco Central, que é obrigado a manter em níveis elevados as taxas de juros da nossa economia. Não vou nem falar aqui do ‘Janjapalooza’, do novo avião do presidente Lula, dessas coisas que essa turma, eu não sei em que mundo vive. O Brasil precisando de cortes urgentes, de fazer o dever de casa, porque essa conta, a gente sabe quem vai pagar, é o povo — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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André Janones é internado na UTI por problema cardíaco após debate da Band

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Odeputado federal André Janones (Rede-MG), de 42 anos, foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, na madrugada desta segunda-feira (19), após apresentar um quadro de arritmia cardíaca e falta de ar. A internação ocorreu poucas horas depois do debate presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado pela Rede Bandeirantes na noite de domingo (18).

A informação foi divulgada pelo portal Metrópoles. Segundo os relatos publicados, Janones apresentou alterações no ritmo dos batimentos cardíacos e precisou receber atendimento médico especializado.

O parlamentar deu entrada no hospital por volta das 2h da madrugada. Apesar da necessidade de internação na UTI, as informações divulgadas apontam que seu quadro clínico é estável.

Deputado acompanhou debate presidencial

Aliado do presidente Lula, André Janones acompanhou o debate promovido pela Band e chegou a utilizar suas redes sociais para comentar o confronto entre os candidatos à Presidência da República.

Após o evento, o deputado publicou vídeos direcionados aos seguidores. Em uma das gravações, relatou estar bastante cansado, situação que chamou a atenção após a divulgação de sua internação.

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Janones é conhecido por sua atuação nas redes sociais e pela participação nas campanhas políticas do presidente Lula, especialmente na mobilização de apoiadores por meio de grupos de WhatsApp.

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