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Treinamento tem como foco aprimoramento das investigações de violência doméstica e sexual

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Considerando o advento da Lei 14550/23, publicada no dia 19 de abril, e a própria Lei Maria da Penha, que preceitua a necessidade de capacitação continuada, a Delegacia Especializada da Mulher de Cuiabá promoveu nesta quarta-feira um treinamento interno, buscando o aprimoramento das atividades de investigação policial.

O treinamento direcionado a todos os servidores e estagiários da Delegacia foi dirigida pelos delegados da unidade, tratando de diferentes assuntos referentes ao atendimento de vítimas e ao trabalho investigativo dos crimes e violência doméstica e familiar.

Entre os temas abordados estava o pronto atendimento das vítimas, as atividades operacionais, especialmente as buscas domiciliares, cumprimentos de mandados de prisão, retiradas de pertences e visitas domiciliares, as especificidades em relação aos trabalhos do Núcleo de Inteligência da delegacia e as diligências necessárias iniciais quanto a execução dos atendimentos dos crimes sexuais.

A delegada titular da DEDM, Jorzilethe Magalhães, explica que o objetivo do treinamento é a difusão de conhecimento aos profissionais que labutam no âmbito da investigação de violência de gênero. “A ideia é preparando-los não somente para que efetuem melhor o acolhimento às vítimas, mas que ainda sejam eficazes no que concerne as investigações a respeito da autoria,

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materialidade e circunstância do caso e assim alavancarmos ainda mais em eficiência quanto ao nosso principal produto que é o inquérito policial”, disse a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. 

Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

Investigações

As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.

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No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.

Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade. 

As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Descapitalização financeira

As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.

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As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.

A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 



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