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Suspeito de abusar sexualmente da sobrinha, homem é preso em flagrante pela Polícia Civil

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Uma denúncia de abuso sexual contra uma criança de nove anos levou a equipe da Delegacia da Polícia Civil em Sorriso a prender em flagrante na sexta-feira (11.11) o tio da menor, de 45 anos, pelo crime de estupro de vulnerável.

Conselheiras tutelares procuraram a equipe do Núcleo de Atendimento à Mulher, Criança e Idoso da delegacia após receber comunicação da escola onde a criança estuda, de que ela sofreria abusos sexuais por parte do familiar. A equipe do conselho foi à residência da vítima para orientação e retirada da vítima do ambiente de vulnerabilidade e, ao conversar com a mãe da criança, ela ficou em choque pois, aparentemente, o suspeito tratava bem a criança e nunca desconfiou dos abusos. O tio morava na mesma casa que a vítima.

A criança, espontaneamente, relatou à mãe o que ocorria, que o tio praticava os abusos e também mostrava a genitália a ela. A vítima perguntava o porquê do suspeito fazer aquilo com ela e ele dizia que praticava o mesmo com os filhos deles, um casal de crianças. A menor relatou ainda que viu o tio fazendo a mesma coisa com sua irmã, de cinco anos e não contou antes à mãe o que ocorria porque o familiar a ameaçou.

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Tão logo foi comunicada sobre a gravidade da situação, a delegada Jéssica Assis determinou diligências para localizar o suspeito, que foi preso em flagrante em seu trabalho, no centro da cidade de Sorriso. “Há cristalina caracterização do estado de flagrância diante dos fatos mencionados pela vítima”, destacou a delegada.

Conduzido à delegacia, ele foi autuado em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável encaminhado à unidade prisional de Sorriso.

“Ao que tudo indica, é um caso de um abusador em série. Encaminhamos representação para que todas as crianças sejam ouvidas em depoimento especial, com equipe psicossocial, a fim de não causar revitimização”, explicou a delegada.

A Polícia Civil encaminhou à 2a Vara Criminal da Comarca a representação pela conversão do flagrante em prisão preventiva.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. 

Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

Investigações

As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.

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No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.

Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade. 

As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Descapitalização financeira

As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.

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As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.

A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 



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