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Semana Nacional do Meio Ambiente: PRF tem como uma de suas missões a preservação dos recursos naturais

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A Semana Nacional do Meio Ambiente teve início nesta segunda-feira (05) e continuará até a próxima sexta-feira (09).

Durante esse período, busca-se destacar um tema que tem ganhado cada vez mais importância na sociedade: a preservação dos recursos naturais e da biodiversidade.

Essa semana faz parte das iniciativas promovidas pelo Brasil e que integram o Dia Mundial do Meio Ambiente, estabelecido pela Organização das Nações Unidas em 1972, e que é celebrado hoje.

O objetivo da campanha deste ano é conscientizar a população global sobre os danos causados à natureza pela poluição plástica.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF), que faz parte das forças de segurança e está presente em regiões com uma das maiores biodiversidades do planeta, participa dessa campanha e tem como parte de seu plano estratégico a missão de contribuir para a preservação do meio ambiente.

Sua atuação é tanto preventiva, por meio de conscientização, quanto repressiva, com a realização de fiscalizações, prisões e apreensões de materiais ilegais.

As ações da PRF no combate aos crimes ambientais abrangem:

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– Extração ilegal de madeira e minérios

– Fiscalização de veículos quanto à emissão excessiva de poluentes 

– Combate ao tráfico de animais silvestres e exóticos

– Controle do transporte irregular de produtos perigosos.

A PRF realiza fiscalizações nas rodovias federais e também em parceria com órgãos como o IBAMA e a Polícia Federal.

Resultados do combate aos crimes ambientais no período de janeiro a abril de 2023:

Apreensões:

– Madeira ilegal e carvão: 12.067 metros cúbicos

– Agrotóxicos: 91 toneladas

– Ouro: 4,53 kg

– Minerais: 1.086 toneladas

Resgates:

– Animais silvestres: 4.708 animais

– Animais exóticos: 111 animais

– Prisões relacionadas a crimes ambientais: 1.141 prisões

Fonte: PRF – MT

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Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

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Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

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A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

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Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

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