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Policiais civis cumprem mandado de prisão contra homem foragido

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Um homem foragido da Justiça foi preso pela Polícia Civil, na terça-feira (26.07), em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), durante ação da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP) do município.

O procurado de 33 anos estava a prisão preventiva decretada pela 4ª Vara Criminal da Comarca local, em razão de ter sido condenado pelo crime de porte ilegal de arma de fogo.

Durante diligências pela região do bairro Santa Cruz para apurar crimes de homicídios, os policiais civis avistaram o suspeito, o qual já possui extensa ficha criminal e um mandado de prisão em aberto.

Em seguida, foi realizada a abordagem do homem, que, ao perceber a presença da equipe, resistiu a prisão. Ele foi contido e levado para delegacia, onde foi interrogado e preso por força do mandado judicial.

O conduzido possui 12 passagens criminais por ameaça no âmbito da violência doméstica, porte ilegal de arma de fogo, vias de fato, furto, lesão corporal; conduzir veículo embriagado, entre outros.

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Após a confecção dos autos, o preso foi apresentado e colocado à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: PJC MT

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Ex-secretária e empresários são alvos de investigação sobre contratos públicos em Livramento

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na última quinta-feira (15), a Operação Legado para desarticular o núcleo financeiro de um esquema criminoso que causou prejuízos ao município de Nossa Senhora do Livramento.

Na operação, são cumpridas 30 ordens judiciais expedidas pelo Juízo do Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias de Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor).

Uma pessoa jurídica e cinco pessoas físicas são alvos dos mandados. Entre elas, estão uma ex-secretária municipal, empresários, pessoas apontadas como laranjas e uma empresa utilizada para a operação financeira do esquema. O cumprimento das ordens judiciais conta com o apoio de aproximadamente 30 policiais das delegacias da Diretoria de Atividades Especiais da Polícia Civil.

A operação é um desdobramento da Operação Liberatio, deflagrada em 2024 pelo Núcleo de Ação de Competência Originária, do Ministério Público de Mato Grosso (NACO/MP-MT), que, na ocasião, teve como alvos o então prefeito e alguns secretários.

Em continuidade aos trabalhos, foi instaurada uma investigação na Deccor para apurar a possível prática dos crimes de lavagem de dinheiro associada aos crimes de peculato, corrupção passiva e organização criminosa, na gestão municipal anterior.

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Os trabalhos buscam apurar o caminho percorrido pelo dinheiro que teria sido desviado de dois contratos firmados, à época, pela Prefeitura de Nossa Senhora do Livramento: um deles com um posto de combustíveis, cujo objeto era o abastecimento da frota de veículos oficiais da cidade; e outro com uma construtora responsável pela reforma de pontes de madeira em Nossa Senhora do Livramento.

No período investigado, foram constatadas movimentações de mais de R$ 90 milhões nas contas bancárias dos alvos, incluindo as de uma pessoa que já havia falecido à época das operações financeiras.

Essa pessoa era mãe do proprietário do posto de combustíveis e também avó da proprietária da empresa de construção civil que teria sido beneficiada, de forma atípica, com valores provenientes do posto de combustíveis.

Ordens judiciais

Com base nas investigações, foi solicitada a expedição de mandados contra os investigados, com o objetivo de aprofundar as apurações, arrecadar novos elementos de prova e identificar outros possíveis envolvidos.

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Entre as ordens judiciais estão sete mandados de busca e apreensão e seis ordens de acesso a dados armazenados em dispositivos móveis.

Há também uma ordem de proibição de licitar e contratar com o Poder Público, especialmente com o município de Nossa Senhora do Livramento, direcionada à empresa investigada nesta fase.

Foi determinado o bloqueio inicial de R$ 15,8 milhões nas contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas, além do sequestro de dois veículos, uma motocicleta e um caminhão.

Além disso, foi determinada a expedição de ordens às instituições financeiras com as quais a pessoa falecida mantinha relacionamento, para que impeçam a reativação ou a utilização indevida da conta por terceiros, inclusive por pessoas que detenham poderes de representação.

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