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Polícia Militar prende homem que matou idoso a pauladas em Cuiabá

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Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP) do 9º Batalhão realizaram a prisão de um homem, de 43 anos, suspeito pelo homicídio que vitimou Mirton Rossani, de 63 anos, em Cuiabá. O suspeito foi localizado após a PM receber denúncia anônima sobre seu paradeiro, na noite desta segunda-feira (06.06).

O crime foi registrado na tarde da última sexta-feira (03.06), em uma propriedade rural, na comunidade de Santa Tereza, na Capital. Segundo testemunhas, o homicídio foi causado após um desentendimento suspeito e vítima, onde o criminoso teria desferido diversos golpes de pauladas na cabeça do idoso, que ocasionaram sua morte.

De posse da identidade e demais características do suspeito, imediatamente as equipes policiais iniciaram trabalho de diligências em busca do criminoso. Durante o fim de semana, as equipes da PM receberam denúncias de que o homem estaria escondido pela região do bairro Parque Cuiabá.

Na noite desta segunda-feira (06), os policiais militares do 9º Batalhão da PM receberam uma denúncia anônima de que o suspeito estaria no ponto final do Parque Cuiabá. Foi solicitado que a equipe do GAP prestasse apoio na verificação da situação. No local indicado, populares informaram aos policiais, que viram o homem adentrando um bar.

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Os militares se deslocaram ao estabelecimento e encontraram o suspeito, que tentava se esconder atrás de um freezer. Em abordagem, nada de ilícito foi encontrado. 

Questionado sobre sua identidade, o homem se apresentou com um nome falso. Ao ser requisitado para mostrar seus documentos, o criminoso revelou que estava mentindo e, por fim, confessou a autoria do homicídio que vitimou Mirton Rossani, contando detalhes sobre a ação criminosa.

Diante da situação, os policiais militares deram voz de prisão ao suspeito, que foi encaminhado à Central de Flagrantes, para registro da ocorrência e sendo entregue, posteriormente, para a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Judiciária Civil.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

 
Fonte: PM MT

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Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

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Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

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A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

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Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

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