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Polícia Militar prende dupla por tráfico e apreende 85 porções de drogas em Várzea Grande

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Em duas ações distintas, policiais militares do 4º Batalhão prenderam dois homens por tráfico ilícito de drogas e apreenderam 85 porções de substância análogas à cocaína e maconha nos bairros Ouro Verde e Parque Sábia, em Várzea Grande, região metropolitana da Capital. 

Na última sexta-feira (07.01), durante patrulhamento de rotina no bairro Ouro Verde, por volta das 14 horas, os militares foram informados sobre uma intensa movimentação em uma residência que servia como ponto de comercialização de entorpecentes. 

Os militares foram até a residência e encontraram dois suspeitos, que, ao perceberem a presença da polícia, fugiram, tendo um entrado no imóvel e outro tomado rumo ignorado.

Durante diligência, a equipe encontrou com o suspeito 7 porções de cocaína. Questionado se havia mais drogas na casa, ele contou que a droga estava escondida em outro cômodo, onde foram encontradas 21 porções de cocaína, que seriam vendidas.

O suspeito e o material apreendido foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

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Ainda na sexta, no bairro Parque Sábia, a equipe, por volta das 21 horas, durante policiamento ostensivo, flagrou três pessoas em atitude suspeita, aos fundos de um residencial. 

Ao se aproximarem do trio, dois fugiram para uma região de mata, não sendo encontrados, enquanto um dos suspeitos foi preso em flagrante por tráfico ilícito. Com ele, a equipe encontrou sete porções de maconha. 

Aos militares, o suspeito afirmou que em sua residência havia uma mochila com mais 57 porções do mesmo entorpecentes que seriam comercializados na região. No local, a equipe ainda encontrou uma balança de precisão, um rádio comunicador, R$ 14 em espécie e um rolo de insufilme para embalagem das drogas.

O homem e o material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência. Na unidade policial, a equipe identificou que ele já possuí passagens por tráfico e que era monitorado por meio de tornozeleira eletrônica.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

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Fonte: PM MT

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Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

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Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

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A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

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Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

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