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Polícia Civil recupera 15 celulares roubados/furtados em operação de combate à receptação em Várzea Grande

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), deflagrou na manhã desta quinta-feira (28.03), a Operação Outono, com objetivo de combater o crime de receptação de aparelhos celulares, produtos de roubos e furtos ocorrido no município.

Quinze pessoas foram autuadas em flagrante por receptação, resultando na recuperação de 15 aparelhos celulares recuperados, avaliados em aproximadamente R$ 29,8 mil. Os crimes de roubos e furtos dos aparelhos ocorreram entre os meses de dezembro de 2023 a março deste ano, em diversos pontos da cidade de Várzea Grande.

Entre as vítimas está um motorista de aplicativo que no dia 04 de dezembro trafegava pelo bairro Mapin, quando um homem se passando por cliente sacou uma arma de fogo e anunciou o roubo, levando o smartphone da vítima.

Em outro caso de roubo ocorrido no mês de dezembro, a vítima se encontrava em um ponto de ônibus da Avenida Filinto Muller, Centro de Várzea Grande, quando foi rendida por dois criminosos armados, os quais subtraíram dentre outros pertences, o smartphone.

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Em outra situação de roubo, ocorrido no dia 16 de janeiro, a vítima havia colocado um sítio à venda na região do Sadia I, Zona Rural de Várzea Grande, quando um homem simulando interesse em comprar a propriedade marcou de conhecer o imóvel. O suspeito em concurso com outros comparsas, amarraram as vítimas e dentre outros objetos do sítio, subtraíram o aparelho celular da vítima.

Outro celular recuperado foi furtado no dia 03 de março durante um show, realizado no estacionamento da Univag, sendo subtraído um celular Iphone 15 Pro Max do interior da bolsa da vítima.

Assim que tomou conhecimento da ocorrência, a equipe da Derf-VG iniciou as investigações, comprovando que, o aparelho furtado estava sendo utilizado no município de Pontes e Lacerda, sendo solicitado o apoio dos policiais da delegacia da cidade, que prontamente auxiliaram nas diligências, conseguindo recuperar o aparelho subtraído.

A mulher que estava em posse do aparelho foi autuada por receptação e alegou ter recebido o celular de presente de seu esposo, que teria comprado o Iphone de uma empresa instalada no Shopping Popular de Cuiabá. O proprietário da loja também foi indiciado pela prática de receptação qualificada.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

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Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

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A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

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Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

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