CUIABÁ

POLÍCIA

Polícia Civil prende homem com dois tabletes de cloridrato de cocaína na rodoviária de Cáceres

Publicados

POLÍCIA

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especial de Fronteira (Defron) e da Delegacia de Polícia de Pontes e Lacerda, prendeu um homem que viajava com dois quilos de cloridrato de cocaína, neste domingo (01.05), na rodoviária do município de Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá).

O suspeito de 33 anos foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, após ser surpreendido com dois tabletes do entorpecente. Pesando cerca de 1 quilo, cada peça vale no mercado ilícito o valor de em torno de R$ 30 mil.   

A ação integrada faz parte da operação “Horus/Vigia” deflagrada pelas forças de segurança pública na região de divisa do Estado de Mato Grosso com o país da Bolívia, visando o enfrentamento ao tráfico de drogas na fronteira. 

As diligências iniciaram logo após denúncia sobre uma pessoa que havia embarcado em um ônibus intermunicipal na cidade de Pontes e Lacerda com destino a Cuiabá, transportando certa quantidade de substâncias ilícitas.

Com base nas informações os policiais civis passaram a apurar os fatos, quando no início da madrugada deste domingo (01), foi avistado o momento em que um ônibus comercial com as mesmas características mencionadas na denúncia estacionou no pátio da rodoviária de Cáceres.

Leia Também:  Polícia Civil recupera roupas e calçados subtraídos de uma loja e apreende menor envolvido no furto

Ato contínuo a equipe realizou a revista das bagagens e localizou os dois tabletes de cloridrato de cocaína. O homem dono da bagagem foi identificado e durante entrevista informou que havia comprado a droga em Pontes e Lacerda pelo valor de R$ 12,5 mil cada.

O suspeito contou que o carregamento seria comercializado no Estado de Goiás pelo valor de R$ 30 mil cada. Com ele foi apreendida a quantia de R$ 970 em dinheiro, além de um equipamento detector de metal conhecido como “Piu Piu”, utilizado em larga escala em garimpos para detectar a presença de ouro.

Diante do flagrante o suspeito foi conduzido até a Defron, interrogado e autuado pelo crime de tráfico de drogas. Após a confecção dos autos, o preso foi encaminhado para a Cadeia Pública de Cáceres, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: link

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍCIA

Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

Publicados

em

Reprodução

Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

Leia Também:  Suspeito de furtar casa paroquial no interior é preso em flagrante pela Polícia Civil

A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

Leia Também:  Autor de homicídio qualificado e tentativa de feminicídio no Pedra 90 é alvo de operação da Polícia Civil

Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA