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Polícia Civil prende dono de lava jato usado para o tráfico de drogas e para a prática de jogos de azar

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Um homem envolvido com o tráfico de drogas, promoção de jogos de azar e receptação de produto furtado, foi preso pela Polícia Civil, na quarta-feira (04.05), em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), em ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf).

Com várias passagens criminais por diferentes crimes, o suspeito de 36 anos foi abordado no lava jato de sua propriedade, no bairro Sumaré, com três máquinas caça niqueis e máquina e extratos de aposta de jogo do bicho, tudo em plena atividade.

Durante investigação a equipe da Derf descobriu que havia chegado em Rondonópolis, três integrantes de uma facção criminosa para cometerem crimes na região, bem como para promover o tráfico de drogas e o jogo do bicho.

Os policiais civis apuraram que os suspeitos armados, estavam em um veículo Gol passando a noite em um dos quartos do lava jato no bairro Sumaré, local já conhecido em polícia.

O lava jato passou a ser monitorado quando os investigadores avistaram um grupo de pessoas, portadores de tornozeleiras eletrônica e usuários de drogas.

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Em seguida foi feita a abordagem dos envolvidos e pela brecha da janela, visto três máquinas caça niqueis de jogos de azar dentro de um dos cômodos. 

Também foram encontradas porções de maconha, embalagens plásticas para o embalo da droga, a quantia de R$ 500, uma sacola contendo diversos lacres furtados de uma empresa de saneamento ambiental, além de TV, Tablet e certa quantidade de fio sem comprovação fiscal.

Após o flagrante o dono do lava jato foi conduzido para Derf de Rondonópolis com todo material apreendido, interrogado e autuado em flagrante delito. Após a confecção dos autos, o preso foi colocado à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. 

Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

Investigações

As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.

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No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.

Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade. 

As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Descapitalização financeira

As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.

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As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.

A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 



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