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Polícia Civil prende “avôdrasto” que abusou de casal de netos em Sinop

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Um homem que vinha abusando sexualmente dos enteados do seu filho teve o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (28.2), após investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso (DEDMCI) de Sinop.

O “avôdrasto”, de 59 anos, teve o mandado de prisão decretado por crime de estupro de vulnerável cometido contra dois irmãos, um menino de 9 anos e uma menina de 6.

As investigações iniciaram no dia 17 de fevereiro após a mãe das crianças procurar a delegacia, relatando que o pai do seu marido havia abusado sexualmente do seu filho de 9 anos. Segundo as informações, o suspeito aproveitou que o menino foi passar o final de semana na casa dele para praticar os abusos, dormindo na mesma cama do menino.

Após a mãe registrar o primeiro boletim de ocorrência, ela desconfiou que, pela convivência constante, o suspeito também poderia ter abusado de sua outra filha.

Em conversa com a menor, a mãe descobriu que o suspeito beijava a menina na boca todos os dias.

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Diante das evidências colhidas durante as investigações, a delegada titular da DEDMCI de Sinop, Renata Evangelista representou pelo mandado de prisão preventiva do suspeito, que foi deferido pela Justiça e cumprido pelos policiais da especializada.

Após ter a ordem judicial cumprida, o preso foi conduzido à delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Cira-MT recupera mais de R$ 4,5 milhões em débitos tributários

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Uma ação do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT) recuperou mais de R$ 4,5 milhões para os cofres públicos estaduais, após a quitação integral de débitos tributários vinculados a um produtor rural investigado no âmbito da Operação Ultimatum.

O contribuinte efetuou o pagamento à vista de R$ 4.510.252,54, valor correspondente ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e à respectiva multa. Os recolhimentos foram posteriormente homologados pela Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT), encerrando a pendência fiscal.

As investigações apontaram indícios de comercialização de produtos agrícolas sem a devida documentação fiscal, com a utilização de notas fiscais inidôneas para acobertar operações comerciais e ocultar possíveis irregularidades tributárias.

Com base nos elementos reunidos durante a apuração, foram realizadas diligências para identificar os envolvidos e dimensionar os prejuízos causados ao erário. O trabalho permitiu a adoção de medidas administrativas e investigativas destinadas à cobrança dos valores devidos e à regularização da situação fiscal dos contribuintes.

No caso específico, após o avanço do procedimento administrativo fiscal e a notificação expedida pela Sefaz, o produtor rural optou pela quitação integral do débito.

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Outros valores 

A Operação Ultimatum já havia recuperado mais de R$ 31,8 milhões para os cofres públicos de Mato Grosso entre 2021 e 2024, conforme dados do Cira-MT. O recolhimento de mais de R$ 4,5 milhões eleva o valor recuperado pela operação e integra os desdobramentos da apuração sobre sonegação fiscal.

A recuperação dos valores reforça a importância do trabalho conjunto desenvolvido pela Polícia Civil e pelos demais órgãos de fiscalização e controle, tanto na identificação de fraudes tributárias quanto na adoção de medidas voltadas à recomposição do patrimônio público.

Atuação integrada

O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT) atua no enfrentamento à sonegação fiscal e na recuperação de recursos devidos ao Estado, por meio da integração entre instituições de fiscalização, investigação e persecução penal.

A força-tarefa é composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 14ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Tributária; pela Polícia Judiciária Civil, por intermédio da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz); pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz); pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE); e pela Controladoria-Geral do Estado (CGE).

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