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Polícia Civil prende agressor que lesionava e mantinha ex-companheira em cárcere privado

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Um homem investigado pela cometimento de violência doméstica e familiar contra a ex-convivente, no município de Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá), foi preso pela Polícia Civil, na terça-feira (21.06), em cumprimento de mandado judicial.

O suspeito de 31 anos teve a prisão preventiva decretada pelo juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres, após investigação da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso do município.

Em abril deste ano, a ex-companheira de 21 anos e a ex-sogra de 42 anos, procuraram a DEDM de Cáceres para registrar a ocorrência contra o suspeito. Sendo então instaurado inquérito policial de ameaça e descumprimento de medidas protetivas.

Nas investigações constatou-se que o investigado é um indivíduo de alta periculosidade, lesionava a ex-mulher riscando o seu corpo com uma faca, bem como a deixava em cárcere privado na residência do casal.

Diante dos indícios apurados, a delegada da DEDM Paula Gomes Araújo, representou pelo pedido de prisão preventiva do agressor, expedido pelo Poder Judiciário.

Ele possui várias passagens criminais, inclusive responde por uma tentativa de feminicídio em desfavor da mesma mulher, e ainda profere ameaças dizendo ser membro de facção criminosa.

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Com o mandado em aberto, os policiais civis localizaram o procurado na região central de Cáceres. O preso foi conduzido para as providências cabíveis e posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. 

Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

Investigações

As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.

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No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.

Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade. 

As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Descapitalização financeira

As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.

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As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.

A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 



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