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Polícia Civil esclarece roubo seguido de morte e prende jovem autora do crime

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Uma mulher envolvida no roubo seguido de morte ocorrido na zona rural do município de Aripuanã (1.002 km a noroeste de Cuiabá), foi presa pela Polícia Civil, no final da tarde de sexta-feira (29.04), após diligências ininterruptas para apurar o crime.

O corpo da vítima, Luiz Carlos Medeiros Muniz, de 57 anos, foi localizado na quarta-feira (27), caído dentro do quarto de sua propriedade situada no bairro Vila Rural Conselvan. O corpo apresentava fraturas na região do crânio, possivelmente causado por objeto contundente.

Durante as investigações, apurou-se que na noite do dia anterior, terça-feira (26), um casal aparentando ser usuário de drogas chegou a pé na casa da vítima. No dia seguinte, quarta-feira (27), o mesmo casal foi visto circulando pela avenida Principal da Vila com a moto da vítima.

Com base nas informações, os policiais civis identificaram e qualificaram o casal de namorados envolvidos no latrocínio, sendo então realizadas buscas permanentes com revezamento das equipes para localizar os suspeitos. 

No final da tarde de sexta-feira, os investigadores conseguiram localizar ambos escondidos em uma residência no bairro Setor Chácaras. No local ao perceber a presença da Polícia Civil, o rapaz correu para dentro de uma área de mata. Na casa a jovem de 19 anos foi detida e a moto da vítima apreendida. 

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A suspeita foi encaminhada até a Delegacia de Polícia onde foi ouvida. No depoimento a conduzida assumiu que estava na residência da vítima no dia dos fatos acompanhada do seu namorado, ocasião em que fizeram uso de entorpecentes e de bebidas alcoólicas. 

Ela relatou que em determinado momento foi dormir, quando na madrugada acordou com um barulho e viu a vítima já caída sem vida. Em seguida o casal deu “tranco” na motocicleta Titan de cor vermelha de propriedade da vítima, e foram embora levando o veículo e o celular da vítima.
 
Após o interrogatório, a suspeita foi autuada em flagrante pelo crime de latrocínio. As diligências continuam visando localizar e prender o namorado da presa.

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Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. 

Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

Investigações

As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.

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No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.

Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade. 

As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Descapitalização financeira

As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.

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As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.

A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 



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