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Polícia Civil cumpre mandados em investigação de comércio de peças de veículos sem chassi em Colíder

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Colíder (a 630 km de Cuiabá), realizou na última sexta-feira (21.2), a Operação Chassi Fantasma, para cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão em investigação para apurar a venda de peças de veículos sem chassi, popularmente conhecidos como “veículos fantasmas”.

A investigação teve início com a apuração da origem da cabine de uma Hilux sem chassi, que estava em uma funilaria de Colíder. Durante a investigação, foi constatado que essa cabine havia saído de Goiás, com nota fiscal emitida por uma empresa especializada em venda de peças para maquinário pesado e não de veículos.

Durante a apuração dos fatos, o proprietário da empresa alegou que estavam usando seu CNPJ para emitir notas fiscais, sem sua autorização, e enviando produtos para vários Estados do país. Ele afirmou, ainda, que desconhece os produtos enviados e que já havia sofrido o prejuízo de mais de R$ 1 milhão.

Diante das investigações, na última sexta-feira (21.2), foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Colíder, com o intuito de apreender documentos, computadores, celulares e notas fiscais, e, com isso, rastrear os envolvidos na comercialização e transporte de Goiás para Mato Grosso.

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Chassi Fantasma

O nome da operação faz referência direta à supressão do chassi, tornando os veículos “fantasmas” no sistema oficial.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil descarta 1,6 tonelada de documentos públicos que perderam o prazo de validade

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A Polícia Civil realizou nesta quinta-feira (08.10) a eliminação e descarte de 1,6 tonelada de documentos cujo prazo legal de guarda já expirou. Ao todo, foram eliminadas 364 caixas, cerca de 50,96 metros lineares de papéis, enviadas para reciclagem em uma empresa especializada localizada no bairro Santa Isabel, em Várzea Grande.

O Processo para a eliminação de documentos públicos que perderam o prazo de validade é conduzido pelo Arquivo Central, unidade vinculada à Gerência de Almoxarifado, Patrimônio e Documentos, da Diretoria de Administração Sistêmica.

O Arquivo Central reúne o acervo documental produzido por delegacias e setores administrativos da instituição ao longo dos anos, abrangendo boletins de ocorrência, processos administrativos e segundas vias de inquéritos policiais.

A tabela de temporalidade estabelece o período de guarda do material nas fases corrente e intermediária, considerando seu valor administrativo, fiscal, legal e probatório. Concluído esse prazo, os documentos passam por criteriosa avaliação para definição de sua destinação final.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Procedimento

Após a seleção baseada nos prazos vigentes, elabora-se uma listagem oficial submetida à aprovação da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos e Gestão de Informação da Secretaria de Segurança Pública.

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Em seguida, a relação é submetida à Superintendência de Arquivo Público de Mato Grosso e, quando necessário, ao Tribunal de Contas do Estado, assegurando que nenhum documento com valor histórico, cultural ou probatório seja descartado.

Por se tratar de dever constitucional (artigos 23 e 216 da CF) proteger e gerir a documentação pública, o descarte não autorizado de papéis de valor permanente constitui crime, exigindo total rigor no procedimento.

Descarte

O transporte das caixas é realizado por caminhão da empresa contratada, e o papel é fragmentado em maquinário próprio para transformação em insumo reciclado.

A ação atende às diretrizes da Resolução nº 40/2014 do Conselho Nacional de Arquivos (Conarq), que normatiza os procedimentos para descarte de documentos públicos.

Todo o trabalho em campo foi supervisionado por equipes policiais civis do Arquivo Central.

Classificação dos documentos

Arquivos são conjuntos documentais produzidos ou recebidos por entidades públicas, privadas ou pessoas físicas no exercício de suas atividades. Classificam-se em: correntes (de consulta frequente), intermediários (fora de uso corrente, aguardando descarte ou guarda definitiva) e permanentes (de valor histórico e probatório inestimável, devendo ser preservados continuamente).

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