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Grupo envolvido em homicídio em Sorriso é preso após diligências investigativas

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Cinco envolvidos em um homicídio ocorrido na madrugada de terça-feira (15.11), em Sorriso, foram presos em flagrante, após horas de diligências realizadas pelas Polícias Civil e Militar. Três suspeitos foram presos pela equipe da Delegacia de Sorriso e um casal detido pela PM, em Nova Ubiratã. 

José Neves da Silva, 36 anos, foi encontrado morto, em uma rua do bairro Boa Esperança. O corpo estava enrolado em um cobertor e uma rede. A vítima estava sem camisa, com duas perfurações no pescoço e um corte no rosto, provenientes de arma branca, e tinha as mãos amarradas para frente. 

Policiais da Delegacia de Sorriso apuraram que a vítima ia com frequência à residência próxima onde foi localizado o corpo, para fazer uso de drogas. O local era frequentado por diversos usuários. José foi morto dentro da casa e depois o corpo foi arrastado até a rua, onde foi encontrado. 

Durante as diligências, os investigadores chegaram à localização de um suspeito que auxiliou na fuga das pessoas que teriam cometido o assassinato. O homem de 51 anos informou aos policiais civis que emprestou sua conta bancária para que um dos suspeitos recebesse um dinheiro para fugir. 

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Com essa prisão, foram identificados os demais envolvidos no homicídio. Um casal foi preso pela Polícia Militar em Nova Ubiratã. O homem de 25 e a mulher de 40 anos, foram encontrados, andando, na MT-242, entre Sorriso e Nova Ubiratã. O homem confessou que matou José com a ajuda de mais duas pessoas e teria cometido o crime porque a vítima furtou entorpecentes dos suspeitos. 

Mais dois suspeitos foram presos pela Polícia Civil em Sorriso e indicaram o local onde esconderam a faca utilizada no crime.

Fonte: PJC MT

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Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

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Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

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A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

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Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

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